Desde a Reforma, no século XVI, até o século passado, a Igreja Evangélica construiu
hinários que são verdadeiras pérolas, para o louvor do nosso Deus. O “Cantor
Cristão”, batista, o “Novo Cântico”, presbiteriano, e a “Harpa Cristã”, das
Assembleias de Deus, são alguns dos principais exemplos dessas coleções. A
grande maioria dos hinos ali presentes reúnem belíssimas melodias e letras cheias
de conteúdo, totalmente bíblicas, corretas do ponto de vista doutrinário,
compostas por homens e mulheres verdadeiramente consagrados ao Senhor, como Isaac
Watts, Sarah Poulton Kalley e Nikolaus Ludwig Von Zinzendorf.
Infelizmente,os hinários tradicionais tem perdido espaço até mesmo nas denominações
históricas, sendo substituídos por canções inferiores na melodia, com mensagens
humanistas e repletas de erros doutrinários grosseiríssimos. Para piorar, boa
parte de seus compositores possuem comportamento público vergonhoso, manchando
a reputação da Igreja de Cristo. Raras são as exceções a essa triste regra.
Não é o caso de se proibir canções de louvor contemporâneas no culto, ou barrar a
entrada de instrumentos como a guitarra, bateria e percussão. Grupos e
intérpretes de louvor sérios, como o Ministério Koinonya, Grupo Logos e Asaph
Borba muito têm contribuído para o bem da Igreja, com dezenas de composições as
quais trazem honra e glória ao bendito Nome de Cristo. Estes e outros se
destacam positivamente, são servos de Deus, ao contrário da maioria.
Mas os hinos cristãos clássicos não podem ser banidos da Igreja! É um crime
abandonarmos os órgãos, pianos e metais, desprezarmos os corais e deixarmos de lado
nossos belíssimos hinários simplesmente para divulgarmos a música “gospel” do
momento! Se o propósito do louvor cristão é adorar ao Senhor através da música,
os hinos tradicionais são perfeitamente adequados para isso. Esta é a principal
razão para mantê-los no culto!
Eis um desses belíssimos hinos, “Maravilhosa Graça”, executado na Primeira Igreja
Batista de Vitória da Conquista. Uma beleza, um genuíno louvor cristão!
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