sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Evangelho, e não controvérsias!

O vídeo abaixo, do pastor americano Paul Washer, também divulgado no site do pastor Renato Vargens, nos traz uma mensagem da maior importância, sobre o nosso papel de propagar o Evangelho, evitando controvérsias desnecessárias e inúteis. O alerta é muitíssimo bem-vindo, e nos exorta a tomarmos uma posição, pois sentimos o SENHOR falar aos nossos corações através do pastor Washer. Por isso, queremos reafirmar pontos fundamentais sobre este Blog:

1) Trata-se de um espaço na Internet para todos os que amam a Bíblia e a Igreja de Cristo, e sonham em vê-la santa e livre de heresias. Nossa proposta é a união de crentes, jamais a divisão.

2) Os temas tratados são somente aqueles em torno dos quais existe consenso entre os crentes bíblicos: os “Cinco Solas”; a santificação; o culto cristão reverente e centrado em Deus; o combate a três males que ameaçam o cristianismo, a saber: teologia da prosperidade, liberalismo teológico e ecumenismo.

3) Assuntos que geram divergência de opiniões no meio do povo de Deus, tais como predestinação versus livre arbítrio, debates sobre o milênio(amilenismo, pré ou pós-milenismo), controvérsias sobre a contemporaneidade dos dons (de línguas, profecias, etc), dúvidas sobre o batismo (infantil ou adulto, por aspersão ou imersão) e coisas semelhantes não serão tratadas aqui, pois isso não seria útil.

4) Não nos propomos a desvendar questões bíblicas difíceis. Nosso foco está nos pontos básicos, diretamente relacionados à salvação de almas e edificação dos irmãos.

5) Humor grosseiro, insultos e coisas semelhantes não têm espaço neste Blog.

6) A “Nova Reforma” a que se refere o título deste sítio não é outra coisa senão um retorno a velhas verdades. Não propomos nenhuma novidade para a Igreja, nem poderíamos, pois ela pertence a Cristo.

7) Por fim, reafirmamos que este é um espaço de apoio aos irmãos que já clamam por uma Nova Reforma na Igreja, através da centralidade do Evangelho de Jesus Cristo. Pois já existe, pela graça de Deus, um número razoável de crentes que têm este mesmo anelo. Podemos e devemos nos encorajar uns aos outros, visto que é o SENHOR quem tem plantado em nossos corações o ardente desejo por um retorno à pureza do Evangelho!

Que este santo anseio se concretize, por graça e para a glória de Deus! E que cada um de nós, jovens ou não (eu mesmo, aos 40, já não sou tão jovem assim!), ponha a “mão na massa” e pregue a Palavra a quantos puder, com temor, tremor e joelhos calejados, pois só criticar é fácil demais e não leva a nada! Ajuda-nos, SENHOR!!!



Publicado por Lenara Monteschio, disponível no Youtube.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Carta aos ministrantes de louvor

Aos ministrantes de louvor deste Brasil, graça e Paz!

Outros blogs e sites cristãos já publicaram postagens dirigidas a vocês, que têm como ocupação principal este nobre ministério; entretanto, sentimos de Deus a necessidade de escrevermos esta mensagem, respeitosamente e no amor de Cristo, livres de qualquer espírito de divisão e contendas, tão somente para edificarmos suas vidas, pela graça e para a glória do Senhor.

De início, reconhecemos que a Palavra de Deus não proíbe qualquer pessoa de cantar ou tocar um instrumento profissionalmente. Que a carreira musical é tão digna quanto as demais profissões, e, biblicamente, o trabalhador é digno de seu salário. E enfatizamos que os profissionais mais qualificados e dedicados merecem maiores salários.

Também concordamos que o músico profissional precisa ter um público que se interesse em assisti-lo e adquirir seus produtos. Que a sua renda se dá mediante cachês, venda de CDs e DVDs, etc. E que as apresentações ao vivo requerem o uso de diversos equipamentos, tais como amplificadores, mesas de som, microfones, instrumentos e outros, os quais custam caro.

Porém, vocês, que cantam, tocam, compõem e gravam canções evangélicas, têm um grande diferencial em relação aos músicos do mundo. Enquanto estes últimos lidam com ouvidos e coração, vocês estão lidando com Deus e com almas eternas! Eles falam de sentimentos, descrevem paisagens naturais, fazem versos sobre esta vida; mas vocês proclamam o Evangelho em forma de música! Isso lhes deve ser, todos os dias, motivo de grande temor e tremor! Por isso, viemos lhes trazer breves conselhos bíblicos, como irmãos que somos.

Em primeiro lugar, muito cuidado para não cairem na cilada do estrelismo. Se simples elogios tendem a envaidecer o homem, quanto mais o aplauso de milhares de pessoas! Lamentavelmente, muitos fãs de música evangélica tem assumido postura de autênticos "tietes", como o público da música pop. Cientes disso, não aceitem a adoração das pessoas, mas tributem toda honra, glória e louvor ao único digno de recebê-las, nosso Senhor Jesus Cristo!

Segundo, saibam que, ao contrário da música secular, suas canções devem gerar quebrantamento, não entretenimento. Não é bom sinal ver o público pulando, dançando e sorrindo, quando se é um ministrante de louvor. Melhor é presenciar comoção e lágrimas, embora estas não devam ser fabricadas de modo artificial pela banda, mas sim fruto de uma obra genuína do Espírito Santo. Em muitos momentos, o povo de Deus presente sentirá alegria, mas é alegria santa e reverente, muito diferente da vibração carnal dos shows pop.

Terceiro, e consequentemente, cuidem para que as letras de suas músicas sejam autênticos louvores, com mensagens bíblicas, cristocêntricas, que promovam a piedade. Não é útil para o Reino de Deus que os ministrantes de louvor cantem sobre "sonhos", ou temas que massageiem o ego dos ouvintes. Falem mais dos maravilhosos atributos de Deus, da obra de Cristo, da imperativa necessidade de santificação, e o Senhor certamente se agradará desta atitude.

Quarto, não se deixem impressionar por números. Quando se apresentarem num grande templo ou numa praça tomada por grande multidão, saibam que só um remanescente é composto de filhos e filhas de Deus, salvos e santificados. A grande maioria ainda não teve uma experiência de salvação, e carece de Jesus, embora não saibam disso. Levem isso em conta! Clamem ao Senhor por aquelas pessoas!

Quinto, não abram mão da pureza doutrinária. Especialmente agora, que as grandes redes de televisão têm aberto espaço para a chamada "música gospel", há necessidade de cuidado redobrado com esse quesito fundamental. A mensagem do Evangelho é confrontadora e sempre desagradará a maioria. Os milhões de telespectadores podem gostar de suas músicas, mas não querem ouvir sobre a necessidade do novo nascimento, por exemplo. O que fazer diante disso? Deixar de proclamar a verdade para não perder espaço? Jamais façam isso! Deus, de maneira nenhuma, aprovaria algo semelhante!

Finalmente, tenham cuidado com a sedução das riquezas. Há ministrantes de louvor que têm se enriquecido muito, e isso é perigosíssimo! Se vocês amarem o dinheiro e os bens desse mundo, acabarão por servir essas coisas, e assim não poderão servir a Deus. Lembrem-se, vocês são servos do Senhor! Esse mundo e seus atrativos perecerão, mas existe um tesouro incomparável no céu, imperecível, o qual está reservado aos que anelam pela vinda de Cristo! Almejem a riqueza maior, que traça e ferrugem não corroem; vivam por ela!

Amados, se estas palavras têm fundamento bíblico, aceitem-nas em suas vidas! Sejam verdadeiros adoradores, como a Palavra de Deus nos convida a sermos; repensem valores e conceitos que têm vigorado no mundo "gospel"! E que o Senhor os abençoe e dirija seus ministérios, para que vocês sejam instrumentos de graça por onde forem!

Em Cristo, seu irmão Fernando

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Os "Cinco Solas": pontos elementares da doutrina evangélica!

Uma das marcas da chamada "igreja evangélica" contemporânea é o desprezo pelo estudo sólido das questões doutrinárias. Na era dos resultados, quase ninguém quer gastar seu tempo lendo a Bíblia, quanto mais se empenhando na compreensão das doutrinas cristãs! Todos querem bênçãos, poder, "fogo", ainda que seja fogo estranho...

A importância de se debruçar no estudo dos pontos doutrinários fundamentais vai muito além da simples aquisição de conhecimento, pois leva a Igreja à maturidade e firmeza na fé, combatendo a superficialidade e fechando a porta à entrada de heresias. Isso traz glória ao Nome do nosso Deus! Não que os documentos resultantes das grandes assembleias, como as de Ausburgo, Westminster e Londres sejam infalíveis; é certo que não são. Mas, se alguém deseja contestar algum dos pontos ali propostos, que o faça com sólido embasamento nas Escrituras!

O básico do básico da identidade evangélica, ou protestante, está nos chamados "Cinco Solas": Somente as Escrituras, Somente Cristo, Somente pela fé, Somente pela graça, Só a Deus glória. Qualquer denominação que rejeite essas verdades elementares não pode ser considerada parte da Igreja Evangélica. Questões como a forma do batismo (aspersão ou imersão), ou relativas à compreensão de escatologia (pré-milenismo, pós-milenismo ou amilenismo), ou outros detalhes secundários não devem ser motivo para embaraçar a comunhão do corpo de Cristo. Mas como abrir mão daqueles cinco pontos sem desonrar ao SENHOR?

Somente a Bíblia é a Palavra de Deus, perfeita e completa. Se homens falhos pudessem acrescentar algo às Sagradas Escrituras, como poderíamos ter alguma segurança no conhecimento de Deus? E, se o texto bíblico contivesse falhas e imperfeições, em que iríamos crer? Cuidado com as "novas revelações" sobre o céu, anjos, Jesus ou o Apocalipse! E cuidado redobrado com a incredulidade travestida de teologia dos liberais!

Somente Cristo salva. Só Ele é nosso mediador, intercedento por nós junto ao Pai, depois de ter vindo à terra como Deus-homem, identificando-Se conosco. Ele próprio nos disse especificamente, e da forma mais clara possível, que não há outro caminho, ou outra forma de se chegar a Deus Pai, senão por Ele, nosso Senhor e Salvador. Não basta crer que Ele salva, e sim que ninguém além d'Ele tem poder para salvar! Cuidado, não deposite sua esperança em qualquer ser humano, dentre os vivos ou mortos!

Somente pela fé, e somente pela graça. Se dependêssemos de nossas obras para chegarmos ao céu, quantas delas seriam necessárias para atingirmos o padrão de Deus, tornando-nos dignos de morarmos com Ele? Quanto nós precisaríamos dizimar e ofertar, evangelizar, cuidar dos pobres ou combater demônios, para merecermos um lugar na morada do SENHOR? Só quem não tem a mínima consciência de sua própria pecaminosidade poderia imaginar a salvação por obras, ou por méritos! Mas ainda há quem pense que o homem pode dar uma "forcinha" a Deus, "cooperando" na sua própria salvação! Fuja dos tais!

Só a Deus glória. Quem pode merecer qualquer honraria diante do Eterno e Todo-Poderoso? Mas existem os que querem para si o aplauso, a proeminência, o lugar de honra! Cuidado com toda forma de adoração a homens! Cuidado para não amontoar ídolos dentre os pop stars e os "bispos" e "apóstolos" de plantão! E cuidado com a idolatria às riquezas!

Essas doutrinas exaltam ao SENHOR e humilham o homem. Evidenciam nossa dependência em relação a Cristo, aniquilando toda forma de autoglorificação, autoindulgência, autossuficiência e qualquer outro tipo de egocentrismo. Fulminam cada tentativa de substituição das verdades eternas de Deus pelo produto do intelecto humano. Destroem os falsos evangelhos do legalismo, da prosperidade, liberal e toda e qualquer seita inventada pelo homem. Que a Igreja saiba valorizá-las, para o bem do genuíno cristianismo e glória de Deus!


Disponível no Youtube.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Sincretismo religioso na Igreja Evangélica?

Eu lhes disse: Que alto é este aonde vós ides?” (Ezequiel 20:29)

Ao longo do Antigo Testamento, a nação de Israel provocou o SENHOR à ira por diversas vezes, contaminando-se com os ídolos dos povos vizinhos. A idolatria dos israelitas é descrita como algo detestável, abominação, prostituição e adultério contra o Deus misericordioso que tanto amou aquela gente. Por causa das práticas idólatras, terríveis males afligiram Israel e Judá, incluindo a queda de Samaria e Jerusalém, a servidão aos assírios e babilônicos. Deus simplesmente odeia a idolatria!

Lamentavelmente, esse pecado abominável foi e tem sido amplamente tolerado no catolicismo romano. E, nunca é demais lembrar, o Brasil foi colonizado por Portugal, um dos países mais submissos à Roma, e justamente no período da Contrarreforma, o movimento de reação contra a Reforma Protestante! Deste os tempos do Brasil colônia, o povo brasileiro vive sua religiosidade mesclando elementos católico-romanos, religiões africanas e muita superstição, ignorando completamente a verdade das Escrituras, cuja leitura foi, durante séculos, severamente reprimida pela Igreja de Roma. A isso, soma-se a crença no espiritismo kardecista, fortemente propagado nas telenovelas, e no esoterismo da chamada “nova era”.

A chegada das igrejas evangélicas, tais como batistas, presbiterianos e Assembleia de Deus, trouxe luz a uma minoria de brasileiros, os quais passaram a ser doutrinados na Palavra. Com grande perseverança, aquelas denominações levaram seus membros ao conhecimento do plano eterno de salvação e ao temor do Deus vivo, enquanto, por graça, o SENHOR acrescentava novas almas ao Seu povo, escarnecido e menosprezado pelos “grandes” deste país, mas amado no céu.

Até que um dia alguém teve uma ideia. Percebeu-se que a idolatria brasileira é muito grande, e a libertação dos cativos é um processo demorado. Vivemos um tempo em que se buscam resultados rápidos, assim é a mentalidade contemporânea, e as denominações evangélicas não podiam ficar de fora dessa onda! Pra que remar contra a maré? Esse povo não consegue adorar a um Deus que não vê, precisa ter coisas palpáveis para se apegar! E, como esperar que leiam a Bíblia, essa gente que detesta ler? E, para que negar-lhes água benta, sal grosso, descarrego, arruda? Brasileiro ama essas coisas!

Então, o sincretismo religioso foi trazido para dentro da Igreja Evangélica brasileira. Não toda ela, naturalmente, pois os que amam a Palavra de Deus sabem quão vis são as práticas idólatras. Mas as denominações da teologia da prosperidade abraçaram a ideia e dela têm se valido para alavancar seu crescimento numérico. Diversos amuletos utilizados nas missas e terreiros pelo povo católico-espírita passaram a ser distribuídos no altar, pelo pastor! Carregar uma toalhinha no bolso ou debaixo da roupa, jogar sal nos cantos da casa e beber água “ungida” são formas da massa “evangélica” (entre aspas mesmo, porque não conhece o Evangelho) se sentir protegida! Ao mesmo tempo, o sólido estudo das Escrituras foi banido dessas mesmas denominações, que só promovem reuniões de resultados: “culto” da prosperidade, sessão de descarrego, terapia do amor, reunião dos empresários, etc. Expressões que biblicamente não fazem sentido, como “orar forte”(a versão “evangélica” da popular “reza brava”?) passaram a ser comuns entre os membros. E o povo segue dessa forma, com um pé na Igreja de Cristo e o outro nas crendices, tendo meio coração em Jesus e a outra metade nos ídolos!

Mas o SENHOR não tolera isso! “Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus” (Isaías 44:6b), é o que a Sua Palavra nos garante. E, tendo o nosso Deus Se revelado claramente através das Escrituras, somos indesculpáveis se permitirmos as velhas práticas do catolicismo romano-espírita no meio do povo evangélico, sob a sórdida desculpa de que assim é mais fácil atraí-los! Não, não podemos ver igrejas sendo contaminadas e irmãos, desviados da sã doutrina bem diante de nossos olhos! Antes, clamemos por um retorno às práticas sadias e bíblicas da Igreja Evangélica, de anunciar o puro Evangelho de Cristo aos perdidos, acolhendo os que se arrependerem e discipulando-os, como o Senhor Jesus nos ordenou. E então nosso bom Deus nos acrescentará, não uma massa de ouvintes, mas aqueles que hão de ser salvos, para a glória do Seu Nome!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Um louvor (ao que é digno)

Ele é Deus. Filho unigênito de Deus Pai. Um com o Pai e o Espírito Santo. Todas as coisas foram feitas por meio d'Ele; sem Ele nada se fez. N'Ele habita toda perfeição. Seu caráter é absolutamente santo, irrepreensível. Onipotente, Onipresente e Onisciente.

Na eternidade passada, recebeu do Pai a promessa de que Lhe seria dado um povo, o qual O louvaria. Comprometeu-Se a dar Sua vida a fim de resgatar esse mesmo povo, a Sua Igreja. No tempo determinado, desceu de Sua glória, humilhou-Se por amor, vivendo aqui na terra entre os homens. Pregou o Evangelho da Salvação. Sua Palavra, registrada nas páginas da Bíblia, é inerrante, digna de toda aceitação. Morreu numa cruz, suportando a ira de Deus sobre Si, o justo em lugar dos injustos, a fim de conceder vida eterna aos que n'Ele creem. Ressuscitou e subiu aos céus.

Hoje, está assentado à destra do Pai, e também intercede pelos eleitos de Deus. Vive e reina, Seu é o domínio para todo sempre. Em breve voltará, como justo juiz. Diante d'Ele todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Ele é o SENHOR. O destino eterno de todos os homens se define somente pela aceitação ou rejeição ao Seu senhorio; os que O recebem viverão no céu, mas todos os que não creem serão condenados, por não terem crido no Filho unigênito de Deus.

Seu Nome é Jesus Cristo. Este Nome é sobre todo nome, digno de receber a honra, glória, força e poder. Para o Seu louvor são estas breves linhas. Senhor Jesus, Altíssimo, SENHOR, glorioso Salvador, seja adorado hoje e sempre! Amém!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A condição do “cristão” liberal

Ao longo da história, o cristianismo experimentou os mais diversos tipos de heresias, e cada uma delas trouxe terríveis consequências para a Igreja de Cristo. Pessoas se desviaram, comunidades foram divididas e até mesmo a sociedade não cristã sofreu prejuízos quando a mentira obscureceu a verdade no meio do povo de Deus. No entanto, em meio a um sem-número de falsos ensinos que têm pelejado conta o Evangelho, um se mostra especialmente perverso. Trata-se do liberalismo teológico.

O liberalismo teológico parte do princípio de que a Bíblia não é a inerrante Palavra de Deus, mas uma coleção de escritos e concebidos por homens, repleta de erros e contradições. Logo, o pensamento liberal é radicalmente oposto aos pressupostos da Reforma Protestante. O protestantismo, seja o de cunho luterano ou calvinista, tem como um de seus pilares o “Sola Scriptura”: somente as Escrituras são a pura, completa e definitiva Palavra do SENHOR. Ninguém pode ser protestante (evangélico) e liberal ao mesmo tempo; ou se é uma coisa, ou outra!

A incredulidade do liberal diante das Escrituras lhe traz um problema insolúvel. Como separar as porções da Bíblia que efetivamente seriam “Palavra de Deus” daquelas outras que teriam surgido como fruto da imaginação humana, invenções de escritores israelitas incultos? Daí surge o segundo grande vício do liberalismo. A tarefa de peneirar a parte “verdadeira” dentro do texto bíblico é entregue às lideranças religiosas e aos teólogos escritores. Assim, o homem passa a ser o juiz da Palavra de Deus!

Temos então homens que não creem nas verdades bíblicas (portanto, incrédulos), julgando a Bíblia a partir de conceitos filosóficos e sociológicos humanos, os quais variam conforme a cultura e a época. O resultado disso é o terceiro mal do liberalismo. As denominações liberais passam a difundir os valores de uma sociedade caída, sem Deus. Toda noção bíblica de pecado cai por terra. Aborto e práticas sexuais alternativas tornam-se aceitáveis, a adoração a outros deuses é legitimada, Jesus Cristo deixa de ser “o caminho, e a verdade e a vida” e passa a ser apenas um mestre entre tantos outros, o inferno torna-se uma lenda, o mal é relativizado. A mensagem da “igreja” passa a ser a do mundo!

Três graves erros. A Bíblia deixa de ser a Palavra de Deus, o homem passa a ser juiz das Escrituras e os valores mundanos tornam-se o cerne da pregação liberal. Vem então o resultado de tudo isso, o justo juízo de Deus. “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7)! Nosso SENHOR, ciente da miserável condição da humanidade pecadora, proveu um caminho de salvação, através de Seu Filho unigênito, Jesus Cristo, para a salvação de todos os crentes. “Por isso, quem crê no Filho tem a vida; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Jo 3:36). Como poderia um liberal ser salvo, se duvida de praticamente todos os ensinamentos de Cristo, de Seus milagres e ressurreição? Pior, se recusa a aceitar Seu senhorio e recebê-Lo como único Salvador?

Você, liberal, certamente argumentará que não crê em condenação e acredita que todos irão para o céu. Se você estivesse certo, isso não faria nenhuma diferença no destino eterno dos crentes conservadores, que pregam a infalibilidade das Escrituras, os quais você tanto critica. Porém, você pode estar errado, e isso seria sua ruína eterna! Será que vale a pena correr o risco de suportar uma eternidade de sofrimentos, longe de Deus, por convicções intelectuais? Bultmann e Albert Schweitzer não podem te salvar, mas Jesus Cristo, o Filho de Deus, tem todo poder! Esqueça as tolices que te ensinaram na faculdade de teologia; aquilo tudo é vaidade, e para nada serve! Volte-se para o Jesus que te apresentaram na infância, Todo-poderoso e cheio de amor! Peça perdão por ter se desviado da fé, clame a Ele para tirar a incredulidade do seu coração! Busque a simplicidade do primeiro amor! “Porque Deus amor o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16)!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pare tudo e ouça!

Querido(a), pare tudo que você estiver fazendo. Feche a porta do quarto, aquiete seu coração, deixe o mundo e todas as mesquinharias lá fora. Ouça esta canção e adore ao Maravilhoso, Justo, Fiel, Santo, Todo-Poderoso Deus que te deu a vida eterna! A Ele, somente, seja a glória, para sempre!


Disponível no Youtube, postado por dju922

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mega igrejas ou igrejas consolidadas?

O Senhor Jesus, enquanto esteve aqui na terra, viveu e pregou o Evangelho em tempo integral. Por onde ia, chamava as pessoas a se arrependerem e crerem em Sua Palavra. No entanto, a Bíblia deixa claro que Ele pouco se importava com números. Seu zelo estava em edificar uma sólida comunidade de discípulos, pessoas verdadeiramente salvas, restauradas e transformadas, aptas a irem por todo o mundo, levando a mensagem da salvação a toda criatura. Certa vez, diante de uma multidão, o SENHOR pregou de modo tão incisivo a respeito de Sua obra redentora, que os ouvintes foram se afastando, até sobrarem apenas os doze. E mesmo a estes o Mestre perguntou: “Quereis vós também retirar-vos?” (João 6:67).

O livro de Atos dos Apóstolos registra os esforços de Paulo em consolidar as igrejas que iam sendo formadas, pela graça de Deus, como frutos de sua obra missionária. Ele mesmo permaneceu em Éfeso por mais que dois anos. A outras comunidades, enviava ou recomendava obreiros santos e dotados de sólido preparo teológico, tais como Timóteo, Tito, Apolo, Priscila e Áquila. Além disso, a despeito das distâncias e dificuldades de transporte e comunicação da época, Paulo se empenhava em visitar as igrejas e escrever-lhes cartas a fim de fortalecer, edificar, exortar e corrigir os irmãos.

Do mesmo modo faziam os reformados dos tempos de Calvino e Knox, os pietistas morávios, os puritanos e os metodistas dos séculos XVIII, os pioneiros das Assembleias de Deus no início do século passado, dentre outros. A qualidade dos membros era bem mais importante que a quantidade. Cristãos protestantes, ou evangélicos, eram uma minoria, mas a sociedade que os hostilizava não tinha condições de apontar-lhes do dedo e denunciar falhas de caráter, de jeito nenhum. Ser crente era ser santo, imitador de Cristo!

Hoje, porém, os tempos são outros. O que parece importar, no meio “evangélico” contemporâneo, é “aceitar Jesus” e somar-se à massa de “evangélicos”. Pastores, bispos, “apóstolos” e demais líderes querem multidões. Templos imensos, suntuosos, repletos de pessoas, ainda que não salvas, não transformadas, não santificadas. Para segurar a membresia e atrair novos expectadores vale tudo. O altar torna-se um palco, com shows de música e dança, teatro, palestras motivacionais e comédia. Temas como a ira de Deus, o inferno, a necessidade de perseverança e santificação, aflições dos crentes e coisas semelhantes são proibidos. Pra que assustar o povo e afastá-lo da igreja? O “culto” tem que ser agradável, leve e até divertido. Os números demonstram que Deus está se agradando, certo?

Errado. O SENHOR vê além das aparências. Numa arena lotada por milhares de ouvintes, o nosso Deus sabe quais são Seus e quantos estão ali apenas ocupando lugar. “Porque bem sabia Jesus, desde o princípio quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar” (João 6:64b). “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7:22-23).

Por isso, a igreja necessita urgentemente mudar o foco. Esquecer-se das técnicas publicitárias e empresariais, arrepender-se por ter deixado os métodos de Cristo e voltar aos ensinamentos do nosso Mestre. Pregar a mensagem completa do Evangelho; que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16), sem omitir que “quem nele crê não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”(João 3:18). Assim, teremos templos mais reduzidos, comunidades menores, mas estaremos no centro da vontade do nosso SENHOR. E é isso que importa.

domingo, 11 de novembro de 2012

Promover o ecumenismo ou crer na Bíblia: qual é a sua escolha?

Alguns cristãos ditos "evangélicos" ou "protestantes" insistem em participar do movimento ecumênico, dividindo o mesmo altar (ou palco) com católicos romanos.Imaginam que isso agrada a Deus; afinal, a Palavra do SENHOR condena as divisões e apregoa a unidade. A questão é: unidade em torno de que? Alguém diria: de Jesus, é claro!

Convidamos então os crentes adeptos do ecumenismo a lerem as afirmações abaixo, todas elas extraídas de documentos oficiais da Igreja Católica Romana, conforme indicado. Doutrinas eternas daquela denominação (que, por crer na infalibilidade de seu colégio de bispos - chamado "magistério", não pode abrir mão de nenhum desses pontos, tidos como "infalíveis").

1. “Se alguém diz que o pecador é salvo pela fé somente, significando que nada mais é requerido para cooperar a fim de obter a graça da justificação, e que não é de forma alguma necessário que ele seja preparado e disposto pela ação de sua própria vontade, que seja anátema” (Concílio de Trento, Sexta Sessão, Cânone 9).

2. “A única Igreja de Cristo, como sociedade constituída e organizada no mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. Só por meio dela se pode obter toda a plenitude dos meios de salvação, pois o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança ao único colégio apostólico, cujo cabeça é Pedro” (Catecismo da Igreja Católica, Resposta nº 162).

3. “O sacrifício eucarístico é também oferecido pelos fiéis defuntos, ‘que morreram em Cristo e não estão ainda de todo purificados’, para que possam entrar na luz e na paz de Cristo” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 1371).

4. “Ensine-se aos fiéis que os veneráveis corpos dos santos Mártires e dos outros que vivem em Cristo devem ser venerados” (Concílio de Trento, 25ª Sessão, Decreto 985).

5. “Quanto às imagens de Cristo, da Santíssima Virgem e de outros Santos, se devem ter e conservar especialmente nos templos e se lhes deve tributar a devida honra e veneração” (Concílio de Trento, 25ª Sessão, Decreto 986).

6. “’a piedade da Igreja para com a santíssima Virgem pertence à própria natureza do culto cristão’(539). A santíssima Virgem ‘é com razão venerada pela Igreja com um culto especial. E, na verdade, a santíssima Virgem é, desde os tempos mais antigos, honrada com o título de ‘Mãe de Deus’, e sob a sua proteção se acolhem os fiéis implorando-a em todos os perigos e necessidades [...].” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 971).

7. “A Igreja chama Purgatório a esta purificação final dos eleitos, que é absolutamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativamente ao Purgatório sobretudo nos concílios de Florença e de Trento.” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 1031).

8. “Esta doutrina apoia-se também na prática da oração pelos defuntos, de que já fala a Sagrada Escritura: ‘Por isso, [Judas Macabeu] pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres das suas faltas’ (2 Mac 12, 46). Desde os primeiros tempos, a Igreja honrou a memória dos defuntos, oferecendo sufrágios em seu favor, particularmente o Sacrifício eucarístico para que, purificados, possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também a esmola, as indulgências e as obras de penitência a favor dos defuntos.” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 1032).

E então, crente em Jesus Cristo, qual é a sua escolha: promover o ecumenismo ou crer na Bíblia, que apregoa verdades absolutamente incompatíveis com todos esses (e outros) pontos da doutrina romana, como você bem sabe?


Disponível no Youtube, postado por coutodi

sábado, 3 de novembro de 2012

Uma afirmação categórica!

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6)

Dentre todas as afirmações de Jesus a respeito de Sua própria Pessoa, esta é a mais contundente. É clara como água, não deixa espaço para qualquer interpretação alternativa. Por ela, Cristo declarou-Se como exclusivo Mediador, Justificador, Redentor e Salvador dos que um dia estarão no céu, contemplando a Deus!

Todos os que rejeitam a fé baseada somente na Bíblia esquivam-se desta afirmação. Católicos Romanos simplesmente não podem conciliar esse versículo com sua fé na mediação de santos falecidos, ou com o "quinto dogma mariano", o qual diz que Maria é corredentora. Espíritas são incapazes de defender sua crença na reencarnação diante dessas palavras de Jesus. Liberais precisam negar a veracidade dessa declaração se quiserem manter sua postura universalista (segundo a qual todo ser humano, independente do que crê, será salvo). Não, não há como driblar ou mudar o significado do que o Senhor Jesus disse: somente os que O recebem como único e suficiente Salvador verão a Deus! Buda, papa, Maomé, Alan Kardec, santos católicos, entidades do candomblé e todos os outros não podem substituir, nem mesmo acrescentar algo à bendita Pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo!

Alguém não gosta de Lutero, Calvino, John Knox, Spurgeon, David Martin Lloyd Jones ou MacArthur? Tudo bem. Mas diante de Cristo toda boca se cale. Toda doutrina extrabíblica se desfaça. Qualquer tentativa de glorificação humana caia. E cada religião construída por homens, ou fundada em homens, pereça. Jesus Cristo é o SENHOR, o Filho de Deus Pai, o único digno de que nos prostremos diante d'Ele, em reverente adoração!

Você que lê esta postagem, saiba: um dia, seus joelhos irão se dobrar e sua língua confessará esta verdade absoluta e incontestável. Ou hoje, aqui na terra, como fazem os eleitos de Deus, de boa vontade e com grande alegria, ou no dia em que você estiver diante de Cristo, o reto Juiz!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Os filhos de crentes e a salvação

"Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18:4).

Se há uma coisa que alegra o nosso coração é ver uma família inteira presente nos cultos. Pai, mãe e filhos juntos, cultuando ao SENHOR, no meio do povo de Deus; que bênção! Porém, essa realidade visível pode esconder um grande perigo, sobre o qual o versículo acima vem nos alertar.

O fato é que pais não salvam filhos, maridos não salvam esposas, mulheres não salvam esposos. “A alma que pecar, essa morrerá”, diz a Palavra de Deus. É certo que todos pecamos, e por nossos próprios méritos seria impossível nos salvarmos. Mas Jesus desceu de Sua glória, veio ao mundo e, tomando sobre Si a nossa culpa, morreu numa cruz para que tivéssemos vida eterna. Sua morte e ressurreição trouxe salvação a nós, que n’Ele cremos e confiamos, reconhecendo-O como nosso Senhor e Salvador. Aos que não se submetem ao senhorio de Cristo – e, portanto, não creem – não há justificação, nem perdão de pecados, nem salvação. A estes são dirigidas as palavras: “a alma que pecar, essa morrerá”!

Há famílias que marcam presença nas reuniões da Igreja. No entanto, longe dos olhos do povo de Deus, aquela aparente união em fé simplesmente não existe. Enquanto os pais vivem de modo digno de sua vocação, confiando em Jesus diariamente, seus filhos se juntam aos incrédulos, igualando-se a estes. São jovens e adolescentes que amam o mundo, almejando tão somente a satisfação dos prazeres da carne. Escondidos de seus pais crentes, rapazes e moças escarnecem de seu próximo, contam piadas sórdidas, assistem pornografia na internet, embriagam-se, “ficam” com qualquer um, dentre outras atitudes ainda mais graves. E com isso mancham não apenas sua própria reputação, mas a de sua denominação, dos crentes em geral, e o que é pior, insultam o bendito Nome de Jesus! Fazem isso sem nenhum temor, achando tudo “normal”, como acham os descrentes!

Hoje a Palavra de Deus é direcionada a você, jovem, filho de crentes, que age como crente diante da Igreja, mas na companhia de seus amigos e colegas torna-se outra pessoa. Você, que talvez até já tenha se batizado, e deposita sua confiança em seu batismo e no fato de ter nascido num lar evangélico e frequentar uma reunião de culto por semana. Saiba que seus pais são salvos, mas você não é. Cristo não aceita sua entrega parcial, de dar a Ele apenas uma hora e meia da semana. O Rei dos reis não quer as migalhas que você Lhe tem oferecido! Leia João 3:3: se você não nascer de novo, jamais verá o Reino de Deus!

Você,pode alegar: “eu creio em Jesus, e todos que n’Ele creem são salvos”. Mas a verdade é que você não crê. A maior prova disso é a completa ausência de arrependimento de pecados em sua vida. Todo ser humano peca, mas o crente se entristece por seus erros, por causa do Espírito Santo que nele habita, e se arrepende. O incrédulo peca e acha que está tudo bem! Não há salvação sem antes a pessoa experimentar uma grande tristeza por seus pecados e arrepender-se deles. Só então ela entenderá que está separada de Deus e precisa desesperadamente de um Salvador. Então, clamará ao SENHOR, será salva e passará a viver em contínuo processo de santidade, sempre voltando a se arrepender toda vez que falhar. Diga sinceramente, você já teve essa experiência?

A Bíblia nos diz, em João 3:17, que Jesus veio ao mundo, não para condená-lo, mas para que o mundo (a saber, o pecador) fosse salvo por Ele. Perceba, meu querido, todos os filhos de Deus, que irão morar no céu com o SENHOR, um dia vivenciaram uma genuína conversão. Este é o maior de todos os milagres, o de alguém morto espiritualmente ganhar nova vida, sendo transportado do reino das trevas para o Reino de Cristo! Seus pais, mesmo sendo falhos e sujeitos a fraquezas, já receberam a maravilhosa graça da salvação conquistada por Jesus Cristo. Quem sabe, hoje é o seu dia?


Vídeo disponível no Youtube, enviado por euzecarlos

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Convertei-vos!

"Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos" (Ez 33:11)

A conversão é uma absoluta necessidade na vida de cada indivíduo. Uma das mentiras mais tristes apregoadas nas denominações liberais é a negação dessa doutrina que se faz presente em toda a Bíblia. Todos nós nascemos em pecado, e não somente isso, mas também vivemos longe de Deus e em rebelião contra Ele. Temos uma natureza ímpia, somos incapazes de fazer o bem. Somente através de Jesus é possível nossa reconciliação com Deus, o Pai. Pela fé em Cristo somos justificados de nossos pecados e obtemos a salvação. Mas essa fé pressupõe arrependimento, e é nesse ponto que muitos tem falhado.

Arrependimento é enxergar os próprios pecados, sentir profunda tristeza por eles e lamentá-los sinceramente. Odiar suas próprias misérias, por compreender seu caráter perverso. Quantos tem feito isso hoje em dia? Mentiras, comportamento desonesto, sexualidade egoísta e ilícita (que significa usar um ser humano como coisa, sem se comprometer com ele ou ela, descartando-o/a quanto dele ou dela se cansar), desrespeito aos pais, fraudes, atitudes violentas, embriaguez, etc, etc e etc, são tidas como "normais" numa sociedade de consciência pra lá de relaxada. Cada homem e cada mulher segue o curso de sua vida, deixando um rastro de estragos e sofrimentos na vida de seus semelhantes, e insultando seu Criador, que é santo, absolutamente santo, e por isso não pode contemplar o mal!

Sem arrependimento não há nenhuma possibilidade de salvação. O arrependimento vem antes do ato de entregar a vida ao Senhor Jesus. Quem pensa ser cristão e nunca se arrependeu profunda e sinceramente de seus pecados, ou sequer tem consciência do caráter vil de sua própria pecaminosidade, na verdade não é de Cristo e caminha para a perdição eterna.

Convertidos são os que um dia se arrependeram de seus pecados, nasceram de novo, do Alto, pelo poder do Espírito Santo. Mas não apenas isso. Convertidos são aqueles que vivem uma vida de santidade. Tendo abandonado seus maus caminhos, perseveram com o SENHOR. "Não pode a árvore boa dar maus frutos" (Mateus 7:18a). Se alguém imagina ser convertido, mas vive de modo idêntico aos ímpios, com os mesmos vícios, na verdade nunca se converteu.

Que o ímpio se arrependa e deixe seus maus caminhos hoje! Ninguém sabe quando será chamado a prestar contas ao SENHOR; este é o dia para arrependimento! Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os perdidos, pagando por isso o mais alto preço, de fazer-Se pecado por nós, o Justo pelos injustos, suportando sobre Si a ira de Deus contra toda iniquidade. Ele é a nossa vida eterna! Pecador, agarre-se ao Salvador HOJE e viva!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Cadê os cânticos que falam do céu?

Um dos sinais visíveis de decadência do louvor cristão contemporâneo é o fato de que não se compõem mais cânticos falando do céu. Canta-se sobre o amor de Deus, intimidade com o SENHOR, bênçãos, vitória, livramentos, perdão, e tantos outros assuntos que, de fato, se relacionam com o Evangelho de Cristo. Mas a perspectiva é sempre esta vida, o momento presente, e nunca o porvir. Parece até que o Filho de Deus veio ao mundo somente para nos proporcionar uma vida melhor aqui, na terra!

Outrora não era assim. Se tomarmos como exemplo o Cantor Cristão, hinário oficial das Igrejas Batistas (hoje relegado a um segundo plano em quase todas elas), veremos diversos louvores falando do céu. “Jesus sendo meu, sou muito feliz! Eu vou para o céu, meu lindo país!”; “Oh, que gozo será o seu rosto mirar, E, prostrado aos seus pés, O adorar! Na cidade celeste de Cristo, meu Rei, A coroa da vida terei”; “Brilho celeste! Brilho celeste! Enche a minh'alma a glória de Deus! Com aleluias sigo cantando, Canto louvores indo pra os céus!”; “Eu avisto uma terra feliz, Onde irei para sempre morar! Há mansões nesse lindo país, Que Jesus foi pra nós preparar!”; “Quem é que vai com Jesus estar, Lá no céu? Lá no céu?”; “Plena paz gozo eu! Plena paz gozo eu! E, seguindo a meu Jesus, Vou andando para o céu”; “Assim que o seu clarim soar, Irei com Ele me encontrar! E gozarei da redenção, Com todos que no céu estão!”; “Tantos remidos vejo nos céus, Tendo coroas, ricos troféus! Salvos, mercê de Cristo, já estão! Sempre felizes eles serão!”. E, como estas, tantas outras lembram nosso futuro e eterno lar.

Por isso, é importante pensarmos o seguinte: por que motivo buscamos a Deus, através de Jesus Cristo? Se queremos Suas bênçãos, Sua presença, Seu poder manifestado em nosso dia a dia, podemos estar certos de que Ele nos prometeu tudo isso (embora não de uma forma fácil e mecânica, como apregoa a malfadada “teologia da prosperidade”). Mas existe algo muitíssimo maior, além desta vida passageira. Há um tesouro eterno, imperecível, reservado para os filhos de Deus. A Bíblia nos chama a buscarmos a glória eterna, vivendo aqui como peregrinos e forasteiros (1Pedro 2:11; Hebreus 11:13). Que almejemos esse glorioso porvir, e voltemos a cantar hinos sobre a nossa pátria celeste! Ministrantes de louvor, pensem nisso!

Abaixo, publicamos uma bela exceção a essa regra. Um genuíno louvor cristão contemporâneo, na voz de Lília Paz: “Um lindo lugar”.


Disponível no Youtube, enviado por Patmos Music

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente!

Estas palavras, contidas em Jeremias 48:10, são parte do texto referente a uma profecia contra Moabe, mas servem também como um grave alerta a todos que trabalham na obra do SENHOR, independente do cargo que ocupam (pastores, missionários, diáconos, presbíteros, ministrantes de louvor, recepcionistas, professores de escola bíblica dominical, líderes de ministérios ou de pequenos grupos, intercessores, etc, etc e etc). É pela boca do Deus vivo que todos estes estão sendo exortados, sob pena de maldição!

Infelizmente, sobram exemplos de pessoas fazendo a obra do SENHOR relaxadamente. Pregadores que sobem ao púlpito sem ter sequer uma mensagem, ou que substituem o preparo bíblico por técnicas motivacionais. Ministrantes de louvor tocando ou cantando de má vontade quando o público é pequeno. Recepcionistas que trazem seus problemas pessoais para o templo, recebendo mal os participantes do culto. Professores de EBD ministrando lições sem tê-las estudado com antecedência. Presbíteros cujo critério para tomada de decisões parece ser a simpatia ou antipatia que nutrem pelas pessoas envolvidas. De modo semelhante, tantos outros fazem a obra negligentemente, sem temor algum.

O livro de Levítico nos conta, nos dois primeiros versículos do capítulo 10, o fim de Nadabe e Abiú, filhos de Arão. Eles cometeram esse pecado, apresentando fogo estranho perante a face do SENHOR, e por causa disso foram consumidos. Todos conhecem essa história, mas poucos ainda têm sido impactados ao lê-la. O fato é que Deus não muda; por isso, a indignação que Lhe causou a atitude daqueles dois sacerdotes é a mesma que Ele sente hoje, vendo a preguiça dos obreiros no presente século.

Em Seus ensinamentos, Jesus nos alertou reiteradamente sobre esse mesmo assunto. Que o servo mau, o qual maltrata seus conservos, será pego de surpresa no retorno do seu Senhor (Mateus 24:45-51). O servo preguiçoso, por enterrar o talento que lhe fora confiado, será lançado fora (Mateus 25:14-30). O que não der fruto será cortado (João 15:1-2). E o que pratica a iniquidade, mesmo operando muitos sinais e prodígios, perecerá (Mateus 7:22-23).

Que cada obreiro considere essas lições. Fazer a obra do SENHOR é o maior de todos os privilégios, mas requer zelo. Oração intensa, sobretudo antes da realização de um serviço específico; leitura bíblica constante; humildade; humilhação diante do Todo-Poderoso; santificação pessoal; vigilância, a fim de não se deixar seduzir pelos prazeres da carne; amor aos perdidos; profundo amor pelos irmãos; disposição de glorificar a Deus em tudo. Essas práticas não são opcionais, mas indispensáveis no serviço do Mestre. Pois Ele é, sim, bondoso, misericordioso e longânimo; mas também é fogo consumidor!

Imagem disponível em: www.comentariojovem.com.br

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Uma vida de testemunho

Houve um tempo em que os crentes em JESUS CRISTO representavam um grupo distinto do restante da população. O povo evangélico era antipatizado e até perseguido pela maioria católico-romana, e isso tornava difícil a vida dos que se professavam a fé cristã evangélica. Mas, por outro lado, as dificuldades e perseguições contribuíam para a consolidação de uma Igreja fiel a DEUS, separada do mundo. Ser crente significava enfrentar o escárnio de muitos, por amor ao SENHOR!

Atualmente, nós não enfrentamos os mesmos problemas que os nossos irmãos de gerações passadas. De certa forma, hoje existe até um certo “status” em se declarar evangélico, devido ao grande sucesso de artistas da música “gospel”. As estatísticas demonstram um notável crescimento numérico das denominações evangélicas, cujos membros já somam um quarto da população brasileira. Porém, o perfil dos chamados evangélicos mudou drasticamente. Se antes os crentes se distinguiam dos incrédulos pelo modo de vestir, falar e portar-se, hoje é quase impossível diferenciar um grupo do outro, observando apenas o estilo de vida de seus integrantes.

A Bíblia nos apresenta provas claras de que os verdadeiros cristãos são, e precisam ser, completamente diferentes dos não convertidos. Em Efésios 2:1-6, aprendemos que DEUS nos deu vida, ao passo que os incrédulos continuam mortos em seus pecados. JESUS já havia falado sobre isso, no terceiro capítulo do Evangelho de João. Pessoas espiritualmente vivas não se comportam como os que estão espiritualmente mortos!

A Palavra de DEUS também nos mostra que o ESPÍRITO SANTO habita nos crentes. Conforme 1Coríntios 6:19, nossos corpos são templos d’Ele! Com isso, somos capacitados a amar as coisas do SENHOR e a detestar as coisas vis desse mundo. O mesmo ESPÍRITO nos leva a entristecermos quando pecamos, e intercede por nós em nossas fraquezas. Quem possui tão grande comunhão com o DEUS vivo não age de modo semelhante aos que desconhecem essa graça!

Além disso, as escrituras nos revelam que o amor de CRISTO constrange os cristãos. O texto de 2Coríntios 5:14-17 descreve o quanto a compreensão desse amor transforma o nosso modo de viver. Somente os convertidos experimentam profunda gratidão pela obra de salvação realizada por JESUS na cruz do Calvário; os incrédulos conhecem a história, mas não se identificam com ela, nem atentam para suas tremendas implicações. Aqueles que desfrutam do amor de CRISTO não vivem como os que ignoram esse amor!

Finalmente, e como consequência natural desses três fatos, o novo nascimento, a presença do ESPÍRITO SANTO e o entendimento do amor de CRISTO, os crentes têm em alta estima a Palavra de DEUS. Ao lermos a Bíblia, encontramos uma série de exortações chamando-nos a não tomarmos a forma desse mundo (Romanos 12:2), sermos luz diante dos homens(Mateus 5:14), buscarmos a paz e a santificação (Hebreus 12:14), glorificarmos a DEUS no nosso corpo (1 Coríntios 6:20), não amarmos o mundo nem o que nele há (1João 2:15), mantermos exemplar comportamento diante dos ímpios (1Pedro 2:12), andarmos de modo digno da nossa vocação (Efésios 4:1), dentre tantas outras que tornaram-se preciosas para nós. Os que têm a Palavra de DEUS não se comportam como os que não a têm!

Portanto, há diferenças profundas e visíveis entre os crentes e os que não creem. A Bíblia nos demonstra isso. Por que, então, os membros de denominações ditas evangélicas são tão semelhantes aos que estão no mundo? A resposta é simplíssima. Nossas igrejas estão lotadas de pessoas não convertidas! Não são apenas parecidos com os descrentes. Na verdade, boa parte dos que se identificam como cristãos evangélicos são ímpios, estão no meio do povo de DEUS, mas ainda não tiveram uma experiência de salvação! Diversos fatores têm atraído os incrédulos para o nosso meio, tais como: a pregação de um “evangelho” diluído, que omite o custo do discipulado; o já citado modismo dos cantores “gospel”; as promessas de saúde perfeita e dinheiro rápido propagadas pela “teologia da prosperidade”, etc. Podemos dizer, sem exagero, que o mundo, com todos os seus valores deturpados, invadiu a Igreja de CRISTO!

Diante deste triste quadro, o papel da verdadeira Igreja, comprometida com a Palavra de DEUS, é pregar a imperativa necessidade de uma vida cristã de testemunho, a fim de que nós, crentes, voltemos a ser um grupo inteiramente separado do mundo. Precisamos insistentemente chamar os pecadores no nosso meio a um sincero arrependimento, sem medo de perdermos uma parcela de nossos membros (os rebeldes obstinados, que conscientemente se recusam a obedecer ao chamado à santificação). Que o mundo volte a se antipatizar conosco! A nós, basta a aprovação do SENHOR!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O pop star e o ministrante de louvor

Nestes tempos trabalhosos em que temos vivido, nos quais a igreja e o mundo se confundem de tal modo que não se sabe onde uma termina e o outro começa, uma das áreas que mais experimenta decadência é o louvor cristão. As diferenças entre os ministrantes de louvor e as estrelas da música popular, ou “pop stars”, têm diminuído ao ponto de quase desaparecerem. Isso é grave, pois o ato de louvar a Deus através da música é uma atividade completamente distinta do exercício de uma carreira musical. Lamentavelmente, a maioria têm se esquecido disso.

A Bíblia não nos diz que é pecado alguém tornar-se um artista da música. Realmente, muitas estrelas do cenário “pop” levam uma vida de pecado, e o fazem explícita e orgulhosamente, mas isso se deve ao modo como vivem e aos valores que defendem, e não ao simples fato de comporem canções, cantarem ou tocarem instrumentos musicais. Porém, faz-se absolutamente necessário compreendermos que ministrante de louvor não é pop star. Se quisermos ter igrejas saudáveis, isso deve ser claro para nós.

O pop star tem como objetivo o sucesso pessoal. Ninguém inicia uma carreira musical pensando em tocar e cantar para meia dúzia de ouvintes, e sim diante de multidões. Mas o propósito do ministrante de louvor é glorificar o Nome do SENHOR.

O pop star quer ganhar muito dinheiro. Alegra-se em ver o valor do seu cachê crescendo a cada dia, de forma meteórica. O ministrante de louvor, por sua vez, não tem cachês, no máximo aceita uma oferta, e não faz de sua boa receptividade junto ao povo de Deus uma oportunidade de enriquecimento.

O pop star tem uma carreira. O ministrante de louvor exerce um ministério.

O pop star geralmente é vaidoso. Porém, o ministrante de louvor sempre é humilde.

O pop star normalmente ama a mídia. O ministrante de louvor ama a Deus sobretudo, e ao próximo como a si mesmo.

O pop star deseja vender milhões de CDs e DVDs. O ministrante de louvor anela ver muitos convertidos a Cristo.

O pop star, salvo raras exceções, se diverte com a histeria dos fãs. O ministrante de louvor se regozija em presenciar o quebrantamento e a adoração sincera da congregação.

O pop star tem os holofotes e câmeras voltados para si. O ministrante de louvor tributa a Deus toda honra e glória.

O pop star vive preocupado com sua aparência, seja o seu estilo “fashion”, rebelde, sensual ou qualquer outro. Porém, o ministrante de louvor preocupa-se em refletir a luz de Seu Mestre.

O pesadelo do pop star é não ter um grande público para si. Mas a tristeza do ministrante de louvor é ver o Santo Nome do SENHOR profanado.

O pop star se apresenta onde lhe paguem bem. O ministrante de louvor, onde houver almas sedentas por Deus.

O pop star possui seguidores. O ministrante de louvor, irmãos em Cristo.

O galardão do pop star está nesse mundo. O do ministrante de louvor, nos céus.

Que nós, servos de Deus, passemos a observar essas diferenças mais atentamente, para que os momentos de louvor de nossas reuniões não se transformem em shows pop, e o nosso aplauso não seja entregue ao homem, ao invés de Cristo. Ajuda-nos, SENHOR!

Imagem disponível em fotos.noticias.bol.uol.com.br

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A publicidade enganosa do pecado e o papel da Igreja

De longe tudo parece ótimo. Agrada aos olhos, como um presente muito bem embalado. Uma festa repleta de gente jovem, bebidas, drogas e som contagiante. A proposta feita numa sala dos fundos da empresa, de muito dinheiro fácil em troca de um pequeno “favor” ilícito. O rapaz que propõe à namorada uma ida ao motel. A secretária, jovem e bonita, flertando com o patrão, que é casado e tem filhos.

Essas e outras situações pecaminosas podem até parecer divertidas e estimulantes ao ser humano, quando este se deixa levar pela cobiça da carne. No entanto, por trás da bela fachada existe muita feiúra e sujeira. E, se levadas adiante, as consequências são terríveis! Jovens escravizados pelos vícios, sem forças para se libertar. Homens, outrora respeitados, enfrentando processos criminais humilhantes e sofrendo o escárnio da sociedade. Adolescentes grávidas, abandonadas pelos namorados, fragilizadas e infelizes. Crianças que já nascem sem direito a um verdadeiro lar. Maridos e esposas destruídos emocionalmente. Filhos traumatizados, marcados para a vida toda. Famílias divididas, brigas, trocas de insultos e acusações. Choro, dor, desgraça, depressão. Essa é a realidade do pecado!

Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele veio para morrer numa cruz, pagando por nossos pecados. Bebeu o amargo cálice da ira do Pai, entregou a Sua vida, a fim de que tivéssemos vida com abundância. E confiou à Igreja a missão de proclamar o Evangelho que salva pecadores. N’Ele há perdão, cura, restauração e salvação! Esta é a boa-nova: há um remédio para sarar a desgraça humana, e Seu Nome é Jesus, o Filho de Deus!

Por tudo isso, nós, como Igreja, temos o dever de anunciar, com toda clareza, a horrível realidade do pecado e a maravilhosa salvação trazida por Jesus Cristo. Ambas as coisas precisam ser proclamadas, e não somente uma parte da mensagem. Mas, lamentavelmente, muitos insistem em pregar um “evangelho light”, falsificado, tipo: “Jesus te ama e quer te salvar”. Uma chamada superficial, açucarada, como se tivéssemos uma tarefa fácil a cumprir e um inimigo insignificante a combater. Não, isso não pode funcionar! Há uma multidão de infelizes, arruinados pelo pecado, necessitando de uma esperança verdadeira, um Deus real e poderoso. Nós temos essa esperança e esse Deus! Nossa pregação precisa ser bíblica, profunda, transformadora, uma voz profética para esta geração!

Mais do que isso, a Igreja precisa ser o ambiente de refúgio em meio a um mundo corrompido. O pecado deve ser energicamente combatido no nosso meio! É necessário fazer da santidade uma meta a ser buscada diligentemente pelo povo de Deus, sem legalismo, não no esforço da carne ou mediante uma lista de proibições, mas pelo poder do Espírito Santo! Aos nossos irmãos que caírem, ofereçamos disciplina amorosa, com sabedoria. Para os arrependidos, acolhida em sincero amor. Porém, aos que, soberbamente, insistirem na prática reiterada da iniquidade, repelindo toda proposta de reconciliação com Deus, só resta uma atitude. Sejam excluídos do nosso meio, até que se arrependam!

Então, pela graça do SENHOR, teremos autoridade para proclamar o Evangelho, chamando os perdidos à maravilhosa salvação conquistada por Cristo. Pois somente a Igreja santa, consagrada, temente a Deus é quem pode acolher pecadores, apresentando-lhes a sublime graça de Jesus. Que nosso bondoso Pai Celeste produza em nossos corações uma grande repulsa pelo pecado, além de uma profunda compaixão pelos que são escravos desse mal! Abre, ó Deus, os olhos dos teus filhos, mostra-nos além das aparências desse mundo e transforma nossos corações!

Imagem disponível em: www.blogandressamoura.blogspot.com

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O equilíbrio necessário

Como é difícil para o ser humano manter uma visão e conduta equilibrada! Infelizmente, até mesmo nós, crentes em Jesus Cristo , costumamos nos agarrar a uma parte da verdade, ou a um dos pontos da doutrina cristã, desprezando ou não compreendendo o restante. Precisamos sempre que o SENHOR nos dê o necessário discernimento, a fim de vivermos plenamente o Evangelho, e não somente uma parte das boas novas, e, mais ainda, para que não mergulhemos numa heresia qualquer. Que nosso Deus nos capacite a:

Entendermos que tanto a salvação como as bênçãos do SENHOR vêm pela graça, e não por obras ou pelo esforço pessoal. E, ainda assim, vivermos na prática de boas obras, como quem foi profundamente constrangido pelo amor gracioso de Cristo;

Sabermos que somente pela fé é possível agradar a Deus, e não pelas obras. Mas não nos esquecermos que a verdadeira fé nos levará, necessariamente, à prática de boas obras;

Reconhecermos que há uma cruz a tomar, uma renúncia a ser feita. E, não obstante vivermos com grande alegria no coração, por causa do incomparável tesouro que nos foi dado;

Aceitarmos que o homem não é salvo pela sua própria vontade, pois está morto em seus pecados e somente por uma obra sobrenatural do Espírito Santo poderá nascer de novo. E, mesmo assim, convidarmos quantas pessoas pudermos para que recebam Jesus Cristo pela fé, porque Deus faz a obra através de nós;

Crermos no infinito amor de Deus, que é capaz de se compadecer, acolher e transformar até mesmo o mais vil pecador. E, contudo, não nos esquecermos que Deus também é infinitamente justo e santo, e um dia punirá toda iniqüidade dos que desprezarem Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo;

Mantermos a Bíblia como nossa única regra de fé e prática de vida, rejeitando toda e qualquer doutrina, experiência ou manifestação contrária à Palavra de Deus. Mas sem cairmos no erro de desprezarmos, indiscriminadamente, as experiências espirituais pessoais dos servos do SENHOR, pois Ele pode falar conosco das mais diversas formas;

Estudarmos a Bíblia diligentemente e lermos bons livros de sólido conteúdo doutrinário. E, entretanto, termos a convicção de que o mero conhecimento teológico é inútil se não recebermos o Reino de Deus como uma criança;

Tratarmos com sincero amor os pecadores que visitarem nossas igrejas. Acolhermos calorosamente os irmãos outrora desviados, se retornarem arrependidos. E, no entanto, não abandonarmos a disciplina e a correção quando necessário, porque o pecado voluntário não pode ser banalizado na Igreja de Cristo;

Não permitirmos que os nossos cultos tomem a forma de shows mundanos, com irreverência, ritmos alucinantes, danças sensuais, luzes e cenários típicos de um baile. Mas também não cairmos no extremo de “demonizarmos” a bateria, guitarra e os estilos musicais contemporâneos, pois há quem adore a Deus em espírito e em verdade fazendo uso dessas coisas com sabedoria e discernimento;

Barrarmos no nosso meio as manifestações absurdas, tais como: gargalhadas descontroladas, gente rolando no chão ou imitando animais, pois a Bíblia recomenda ordem e decência no culto. E, contudo, termos consciência de que a excessiva frieza dos membros também é um mal, pois a presença do Espírito Santo provoca reações e emoções;

Persistirmos em oração, suplicando o favor do SENHOR, certos de que Ele tem compaixão por nós. Porém, rejeitando totalmente a ideia de que podemos “determinar” o que Deus deve fazer;

Não impormos a nós mesmos e aos nossos irmãos e irmãs um padrão de vestuário excessivamente rígido, ou um conjunto de regras penosas e desnecessárias. Mas também, não ignorarmos o ensino bíblico referente ao pudor, modéstia, distinção entre trajes femininos e masculinos e recomendações quanto à piedade prática, pois não somos do mundo;

Denunciarmos os erros e heresias, porque representam um perigo para a Igreja de Cristo. Mas fazermos isso sem deboches e comentários maldosos contra os defensores das mesmas heresias, pois basta a zombaria dos incrédulos;

Darmos nossos dízimos e ofertarmos generosamente, dentro das nossas possibilidades financeiras. Porém, não tolerarmos os ensinos imorais da “teologia da prosperidade”, os quais prometem riqueza aos que ofertam grandes quantias;

Finalmente, que sejamos radicais em apenas um ponto. Amemos, louvemos, adoremos e sirvamos ao nosso Deus de todo nosso coração e alma, com toda nossa força e entendimento! Radicalmente e sem medida! Que assim seja!

 
Imagem disponível no site: www.estanteteologica.blogspot.com

sábado, 1 de setembro de 2012

É essa a Igreja de Cristo?

Homens desonestos, mulheres fofoqueiras, adolescentes mantendo uma vida sexual ilícita desde cedo, rapazes usuários de drogas, moças trajando roupas sensuais. E, ainda assim, membros de denominações ditas "evangélicas", muitas delas lideradas por pastores corrputos e amantes do dinheiro. É essa a Igreja do Deus vivo, a noiva do Cordeiro, sem mancha nem defeito, mas santa e irrepreensível?

Certamente que não! Mas associações desse tipo, repletas das piores espécies de vícios, estão em toda parte, e isso por um motivo simples. A santificação, valor tão caro e fundamental no Evangelho, tem sido descartada como se fosse acessório sem importância! A graça foi barateada, o temor sumiu. Quão poucos ainda se constragem com o amor de Cristo!

O mundo já está repleto e saturado de iniquidade. Todos os dias, multidões de pessoas são arruinadas pelas consequências do pecado, delas ou dos outros. Seres humanos física e emocionalmente devastados, buscando um ambiente de refúgio. A Igreja é o único lugar em que essa gente pode encontrar a paz e restauração oferecidas por Jesus. Porém, quanto estrago é feito quando pessoas assim vão procurar segurança numa falsa igreja, uma denominação conformada com o mundo, corrompida, distante de Deus!

Precisamos ser diferentes e fazer a diferença. A Igreja deve brilhar, resplandescendo a luz de Cristo, e ser o local onde o puro Evangelho é pregado e vivido, a fim de que vidas sejam salvas e transformadas pelo poder de Deus. Mas, para isso, precisamos mudar. Com sincero arrependimento, nos humilharmos diante do SENHOR, confessando nossa apatia e omissão. A todos os que, no nosso meio, caíram em pecado mas se arrependeram, oferecermos amor e oportunidades de restauração. Mas aos pecadores impenitentes e orgulhosos, simplesmente apontarmos a porta da rua, com coragem e no temor de Deus. Que Ele nos desperte e nos conduza a uma nova Reforma, santificando a Sua Igreja!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Cuidado onde pisa!

A Bíblia expressamente nos adverte sobre um tempo em que os homens “não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças (...) e se recusarão a dar ouvidos à verdade” (2Timóteo 4:3, 4). Ao lermos isso, convém lembrarmos que Jesus Cristo é “a verdade” (João 14:6), e a Palavra de Deus “é a verdade” (João 17:17). Logo, a advertência do SENHOR refere-se a ministros e denominações que rejeitam o puro Evangelho, bíblico, cristocêntrico, abraçando e propagando crenças que agradem ao homem em sua natureza pecaminosa.

Ponderando neste alerta feito por Deus, e levando em conta os erros e desvios mais comuns na atualidade, deixamos aqui algumas dicas para facilitar a identificação das falsas igrejas, dirigidas por falsos mestres. A todos que desejam servir ao SENHOR, convém passarem longe de denominações com as seguintes características:

1) Que veiculem anúncios na TV, em carros de som, folhetos e faixas, com frases do tipo “venha receber o seu milagre, dia tal, em tal lugar, nos seguintes horários...”;

2) Que exponham, na entrada do templo, uma grande foto do fundador da denominação;

3) Que distribuam nos cultos amuletos, tais como: toalhinhas, sal grosso, sabonetes, água “ungida”, etc;

4) Que, insistentemente, associem a prosperidade material com o valor das ofertas em dinheiro;

5) Que se comprometam em gastos exorbitantes e acima de suas possibilidades (construção de templos suntuosos, investimento em programas de televisão, etc), e depois lancem a responsabilidade do pagamento sobre seus membros;

6) Que mantenham excelentes relações com o catolicismo romano e pratiquem o ecumenismo;

7) Cuja única motivação parece ser o combate às desigualdades sociais;

8) Cujos ministros citem a Bíblia timidamente, e sempre com ressalvas (“mas”, “no entanto”, “porém”, etc);

9) Que, abertamente, questionem pontos fundamentais da doutrina cristã, como a concepção sobrenatural de Jesus, Seus milagres, ressurreição e Sua segunda vinda;

10) Que se preocupem em “reinterpretar” as passagens bíblicas que tratam de pecado e condenação;

11) Que abusem das práticas de entretenimento em suas reuniões;

12) Que nunca preguem sobre a necessidade de arrependimento e as horríveis consequências de uma vida sem Jesus;

13) Que nunca disciplinem seus membros;

14) Que ordenem pastores sem o mínimo preparo teológico;

15) Que vivam se adaptando aos valores do mundo;

16) Que falem pouco, ou nada, sobre a vida eterna;

17) Que não promovam o estudo bíblico;

18) Que não preparem seus membros para o exercício do sacerdócio universal de todos os crentes;

19) Que façam do exorcismo um espetáculo público;

20) Que tolerem as mais absurdas manifestações durante os cultos, em nome da “liberdade do Espírito”;

21) Cujos membros não demonstrem qualquer sinal de santidade em seu dia a dia;

22) Cujas mensagens nunca incomodem ninguém, nem o mais obstinado pecador;

23) Que abusem de palestras motivacionais e de autoajuda;

24) Que passem a falsa ilusão de que os crentes nunca irão sofrer nessa vida;

25) Que ensinem seus membros a determinar o que Deus deve fazer;

26) Que abusem do “emocionalismo” nos cultos;

27) Que desprezem a importância da oração;

28) Que não promovam, de forma nenhuma, a comunhão entre seus membros;

29) Que, por suas práticas, incentivem o consumismo e o amor ao dinheiro;

30) Que façam da tolerância ao pecado uma bandeira.


Imagem disponível em: http://voltemosaoevangelho.com/blog/teologia-da-prosperidade/

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O que é ecumenismo

Muitas pessoas confundem o significado do ecumenismo, e, por causa disso, consideram-no algo bom, agradável a Deus, e até mesmo plano do Senhor para a humanidade. Se, porém, atentarmos para o que, de fato, é ecumenismo, jamais pensaremos dessa forma. Antes, rejeitaremos o aludido movimento, por amor aos ensinamentos de Cristo expressos claramente nas páginas da Bíblia.

De início, saibamos que ecumenismo não é o mesmo que tolerância e amor ao próximo. O cristianismo nos leva a considerarmos nossos semelhantes com o mesmo zelo que temos por nós mesmos. Marcos 12:31, Lucas 10:30-37 e outras tantas passagens bíblicas nos exortam a amarmos cada ser humano que cruza nosso caminho. Mas o amor prático pode, perfeitamente, ser vivido sem a adesão à causa ecumênica. Os milhares de cristãos que deixam o conforto de seus lares a fim de trabalhar no campo missionário, em países miseráveis da África, Caribe e Oriente Médio, são a maior prova disso!

Ecumenismo também não é busca por unidade. A união de muitos em um mesmo propósito requer, antes, a definição de qual é esse propósito. Se pensarmos bem, nada difere tanto de unidade quanto as celebrações ecumênicas, nas quais um grupo de ministros sobe ao altar a fim de orar, cada um à sua maneira, cada qual ao seu deus! O cristianismo bíblico, este sim, é capaz de trazer a unidade, por possuir uma sólida referência, que é a própria Bíblia, em torno da qual os crentes devem se unir.

Dito isso, reflitamos sobre o modo como o ecumenismo acontece, e o que ele pressupõe. Para que o movimento se concretize, seus adeptos precisam admitir a existência de erros na Bíblia. Que, talvez, as escrituras não sejam a Palavra de Deus infalível. A causa ecumênica é incompatível com um sem-número de textos das escrituras, tais como João 14:6 (“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”), 1Timóteo 2:5 (“Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”), Êxodo 20:4-5 (“Não farás para ti imagem de escultura, (...) não as adorarás, nem lhes darás culto”), Deuteronômio 18:10-11 (“não se achará entre ti (...) nem necromante (...) nem quem consulte os mortos”), Romanos 3:23(“pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”). Como aceitar as práticas católico-romanas de culto às imagens, invocação de santos já falecidos, a adoração a Maria, o considerá-la mediadora, corredentora e imaculada, sem abrir mão das verdades bíblicas fundamentais citadas acima?

Se atentarmos para os participantes do movimento ecumênico, veremos, principalmente, dois grupos, os católicos romanos e os “evangélicos” liberais. Os primeiros jamais esconderam seu propósito de levar os crentes para o romanismo. A Igreja Católica Romana não apenas mantém intocados todos os seus “dogmas”, como também cria novos, afastando-se a cada dia do puro Evangelho de Cristo (em breve, deverá ser editado o quinto dogma mariano!); portanto, faz ecumenismo sem ceder um milímetro em sua doutrina. Quanto aos liberais, estes simplesmente não acreditam na Bíblia ou em qualquer fenômeno acima da limitadíssima compreensão humana, como a concepção sobrenatural de Jesus, Sua ressurreição, Seus milagres e Sua segunda vinda. Por isso, não se importam em ceder naquilo que já não creem, desde que encontrem na Igreja Romana um parceiro na luta pelas causas sociais. Isso é ecumenismo!

Diante disso, vale fazermos uma simples pergunta: onde entra o Senhor Jesus e o Seu Reino (que não é deste mundo) nessa história?

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Não suporto mais canções sobre "sonhos"!

Ouse sonhar! Você nunca irá além dos sonhos!”;
"Eu não morrerei sem que Deus venha cumprir em mim/
Todos os sonhos que Ele mesmo sonhou pra mim”;
"Os sonhos de Deus jamais vão morrer!”;
"Os sonhos de Deus não têm fim/
Os sonhos de Deus são pra mim!”;
“Viverei teus sonhos,buscarei teu coração”;
“Estão tentando sepultar minha alegria/
Tentando ver meus sonhos cancelados”;
"Não é tarde para se sonhar!”;
"É tão bom sonhar teus sonhos!”;
"Há um sonho, uma voz/
Dizendo: os teus sonhos também são meus”;
Etc, etc e etc!

Essas são apenas algumas das muitas canções “gospel” que tratam do tema “sonhos” (no sentido de aspirações, anseios). Um assunto inexistente nos ensinamentos de Cristo, na igreja dos tempos dos apóstolos e em todas as épocas nas quais o cristianismo fez a diferença (a era dos mártires, a Reforma Protestante, os grandes avivamentos dos séculos XVIII e XIX). Mas dominante na igreja evangélica atual.

Músicas que não exaltam o Nome do Senhor, não propagam verdades bíblicas, nem chamam os pecadores ao arrependimento, e, ainda assim, há quem as considere “louvores”. Pior que isso, a esmagadora maioria das denominações evangélicas tem abandonado seus hinários tradicionais, como o Cantor Cristão, Novo Cântico e Harpa Cristã, trocando-os pelas canções humanistas descritas acima.

Que decadência! A igreja, antes, cantava “Sim, na cruz, sim, na cruz sempre me glorio!”; “saudai o Nome de Jesus/ arcanjos vos prostrai, arcanjos vos prostrai!”; “Santo, Santo, Santo, Deus onipotente! Cantam de manhã nossas vozes com fervor!”; “Porque Ele vive, posso crer no amanhã! Porque Ele vive, temor não há!”; “Seja bendito o Cordeiro, que na cruz por nós padeceu!”; “Sim, Jesus amou-me/ Com amor buscou-me/ Ele mesmo restaurou-me a Deus! Por seu sangue restaurou-me a Deus!”; “Tu és fiel, Senhor, meu Pai Celeste!”; “Canta, exultai! O Senhor voltará! Triunfante, glorioso, nas nuvens virá!”. Mas hoje prefere entoar músicas que falam de sonhos!

Quando as mensagens motivacionais e de autoajuda substituem a adoração, algo vai mal. O desejo de adorar ao Senhor por quem Ele é, e louvá-Lo por Seus grandes feitos, são sinais de boa saúde espiritual. Porém, quando o povo de Deus prefere falar sobre sonhos e aspirações humanas, colocando o homem no centro do culto, fica evidente o declínio da espiritualidade.

A música cristã precisa mudar, voltar a ser louvor e adoração! Mas, para que isso aconteça, a igreja precisa arrepender-se de seus pecados, se humilhar e buscar a face do Senhor! Quem sabe o Espírito Santo, por misericórdia, nos visite com poder e grande graça, despertando-nos do sono e avivando-nos, para a glória de Deus!


Imagem disponível em: http://luzagas.blog.uol.com.br/arch2010-11-01_2010-11-30.html

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O "culto" contemporâneo e o genuíno culto cristão

Duas horas de show gospel, com uma rápida mensagem motivacional no meio. Esse é o padrão de “culto” em grande parte das igrejas hoje em dia. E, como resultado, temos uma geração de evangélicos que desconhecem a Palavra de Deus e são incapazes de testemunhar o amor de Cristo para os que estão no mundo. Acaso poderia ser diferente?

A palavra “culto” já demonstra qual deveria ser o propósito maior das reuniões da igreja: cultuarmos ao nosso Deus. É Ele quem deve ser agradado! Mas a grande preocupação de muitos pastores na atualidade é agradar aos frequentadores e membros de suas denominações! Pensemos no culto em Israel no Antigo Testamento, um punhado de animais sendo mortos, como sacrifício a Jeová. Não devia ser uma cena agradável de se ver, mas assim o Senhor ordenou. Aquele era o culto que O satisfazia!

Desde a vinda de Jesus ao mundo, o culto se tornou mais “leve”, pois o Cordeiro de Deus foi sacrificado, uma vez por todas, em favor dos escolhidos. Mas nem por isso deixou de ser culto! A reverência e o santo temor não perderam seu lugar, e o propósito continua sendo adorar ao Senhor!

Por isso, antes de irmos ao templo já devemos preparar nosso coração para uma reunião de adoração. Vestindo uma roupa adequada (no caso das mulheres, haja cuidado redobrado para não irem à reunião sem o devido pudor nas vestes!), orando e meditando na graça de Deus manifesta a nós, iniciamos nossa preparação.

No templo, o ambiente precisa ser de total reverência. Isso não tem nada a ver com falta de alegria; nosso coração vibra por estarmos reunidos com nossos queridos irmãos para cultuarmos o Pai Celeste! Mas, obviamente, não agimos como se estivéssemos chegando num estádio para uma partida de futebol, ou coisa parecida. Há concentração, temos consciência de onde estamos!

Então, cantamos verdadeiros hinos e cânticos de louvor, com belas melodias e letras que glorifiquem a Deus, independente de terem sido compostos há um ano, ou três séculos atrás. Ouvimos salmos, e oramos fervorosamente.

Em seguida, vem o ponto principal da reunião, a Palavra de Deus. Esta deve ser totalmente firmada na Bíblia, dirigida pelo Espírito Santo, pois só assim produzirá mudanças nos corações dos presentes, gerando frutos para a glória do Senhor. Nossa atenção deve ser total, pois cremos que o pastor, naquele momento, é a boca de Deus! Se for culto de Santa Ceia, a total reverência perdurará ao tomarmos do pão e bebermos do cálice.

Por último, oramos, recebemos a bênção apostólica, e, finda a reunião, desfrutamos de um momento de comunhão com os irmãos. E assim, passamos um período agradabilíssimo, sim, pois amamos Àquele que foi cultuado e temos prazer em O adorarmos. Mas, sobretudo, foi glorificado o santo Nome do nosso Deus, o que é muito mais importante que a nossa satisfação pessoal!

Basicamente, é assim o genuíno culto cristão. Que seja deste modo em nossas igrejas, que o show dê lugar à reverência, e a adoração substitua o entretenimento! Dessa maneira, Deus se alegrará de nós. E seremos verdadeiros adoradores, como Ele espera que sejamos!

sábado, 4 de agosto de 2012

O incomparável amor de Jesus!

Quão tremendo é o amor do Senhor Jesus!

Houve um tempo em que nossos pecados faziam total separação entre Deus e nós. Andávamos em rebelião contra o nosso Criador, mortos em nossos delitos e transgressões. Era impossível chegarmos à presença de um Deus santo, inteiramente santo, que não pode contemplar o mal. Como seríamos salvos, se por natureza somos corruptos, cheios de todo tipo de maldade?

Então, Cristo fez o impossível por nós. O Filho de Deus, perfeito, tão santo quanto o Pai, veio a este mundo mau. Fez-Se servo, Se humilhou até à morte, e morte de cruz. Pagou pelos nossos pecados, Ele que nunca teve pecado algum. E como foi alto o preço! Suportar todo o peso da nossa iniquidade, enfrentar a santa ira do Pai contra toda transgressão!

O Cordeiro de Deus Se entregou por nós, que éramos Seus inimigos. Como poderemos ser suficientemente gratos a Ele por tão sublime, incomparável gesto de amor? Que mais desejaremos, senão glorifica-Lo com todo nosso ser, consagrando-nos a Ele em santidade, de todo nosso coração? Qual tesouro desse mundo passageiro nos atrairá, se possuímos a maior riqueza, imperecível e eterna, o amor do nosso bendito Senhor e Salvador Jesus Cristo?

Como poderíamos chamar outro, ou outra, de nosso Senhor, ou Senhora? Ou ter outro mediador, ou mediadora? Prostrar-nos-íamos em súplicas diante de mais alguém, senão Ele? Dividiríamos com outro ou outra a grandiosa obra de redenção consumada na cruz do Calvário?

Ao Rei Jesus, nosso Senhor e Salvador, eterno Deus, Cordeiro Santo de Deus, Filho do Altíssimo, seja a honra, glória, força e poder para todo o sempre! Amém!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Existe uma razão para viver!

Existe uma razão para viver. Talvez esse texto chegue até alguém que já não vê motivos para seguir adiante. Uma pessoa cansada, por tantas vezes ter alimentado esperanças que não se confirmaram, e traçado planos finalmente frustrados. Por ter chamado de “amigos” a tantos que lhe viraram as costas, e entregado seu coração a quem nunca o amou. Alguém que, dia e noite, pensa: para que viver sem ser amado, sem ser feliz?

Existe, sim, uma razão para viver. Mas toda busca em lugar errado tende ao fracasso. Muitos são os que procuram paz onde falta paz; alegria em lugares nos quais só há simulação de alegria; verdadeiros amigos no meio de pessoas egoístas; amor onde ninguém tem amor para dar. São enganados pela publicidade do mundo, creem naquilo que está diante de seus olhos. Imaginam que, se certas pessoas andam em turmas, deve existir entre elas forte amizade, e se estão sorrindo, logicamente são felizes! E então, quando são rejeitados, sentem isso profundamente.

Existe uma, e somente uma razão para viver. E não está no dinheiro ou nas rodas dos chiques e descolados. Tampouco está nas noitadas, música alta e bebedeiras. Menos ainda na sexualidade desregrada, tão banal hoje em dia, ou nas drogas, que soam inofensivas em letras de rock, mas na realidade são devastadoras. Há Alguém maior, que te criou para um propósito eterno. Ele é a minha e a sua única razão para vivermos e prosseguirmos!

Talvez, o fato de você, que lê esta mensagem, se sentir tão decepcionado com tudo que já viveu até hoje não seja um mal, mas uma bênção. Se você tivesse experimentado sucesso lá, onde impera a futilidade e o pecado, possivelmente permaneceria no erro, imaginando-se um vencedor, mas sendo apenas mais um iludido nesse mundo perverso. Seus fracassos podem ser a evidência de que Deus, o SENHOR, criador e sustentador de todas as coisas, te ama e tem um plano incomparavelmente melhor para a sua vida!

Não, você não é apenas uma vítima. Seu coração desejou o pecado, você quis estar entre os soberbos e ser como um deles. Porém, hoje, triste e ferido, já é capaz de perceber que essas coisas significam nada, ou menos que nada. Suas experiências são a prova de que tudo aquilo não tem nenhum valor. Falta agora descobrir qual é o verdadeiro tesouro, que sempre esteve oculto aos seus olhos. O Nome d’Ele é Jesus Cristo, e agora te chama a uma vida inteiramente nova, transformada! Uma vida sob os cuidados d’Ele!

Desista da vida sim, mas somente daquela vida falsa, que nunca te acrescentou bem algum. Abra seu coração para algo novo, inteiramente diferente de tudo que já lhe foi oferecido! Não para uma religião, um conjunto de rituais, nada disso! Entregue-se hoje nas mãos do único que tem poder para te dar uma nova história! Cristo tem alegria verdadeira, que não depende de circunstâncias; paz que excede todo entendimento; amor real, que O levou a morrer numa cruz a fim de pagar por todos os seus pecados, sim, por cada um daqueles pecados que você tantas e tantas vezes cometeu! Ele te perdoa e purifica de todos os seus erros e lança-os no mar do esquecimento! E, finalmente, te dará vida eterna, ao lado d’Ele, para todo sempre! Hoje pode ser o primeiro dia de sua nova vida, restaurada, plena, feliz, para a glória de DEUS!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Vida cristã em dois módulos

O que significa ser cristão? Acreditar numa determinada doutrina? Viver conforme um padrão de conduta? Ou, quem sabe, ser batizado e frequentar alguma igreja? Existem diversas ideias a respeito de vida cristã. Uma delas, que tem conquistado grande espaço no meio evangélico, é o que chamaremos “vida cristã em dois módulos”.

Imaginemos que uma certa escola oferece um curso, o qual possui o módulo fundamental e o módulo avançado. No fundamental, são ministradas as disciplinas necessárias para que os alunos, após a formatura, estejam aptos a adentrar no mercado de trabalho com um nível satisfatório de conhecimento. Já o módulo avançado contém um conjunto de disciplinas optativas. Os que finalizarem essa segunda etapa terão alguns conhecimentos extras, mas a simples conclusão do primeiro módulo é mais que suficiente para o bom exercício profissional.

Muitos acreditam que ser cristão é algo bastante semelhante à escola que acabamos de descrever. No cristianismo, haveria um módulo fundamental e um módulo avançado. Aqueles que ouvissem o Evangelho e, identificando-se com a mensagem pregada, convidassem Jesus Cristo para entrar em seus corações, já teriam alcançado o nível fundamental. Tais pessoas “aceitaram Jesus”, portanto estão salvas!

Já o módulo avançado seria o discipulado, a caminhada diária com Jesus, seguindo Seu exemplo e tornando-se semelhante a Ele progressivamente. Essa segunda etapa seria desejável, mas não essencial. Os que atingissem tal padrão de vida cristã seriam mais santos, sem dúvida. Mas, para entrar no céu, bastaria o módulo fundamental: ir até o altar, receber uma oração, declarar que deseja receber Jesus como seu Salvador.

Para os que entendem vida cristã dessa maneira, a Bíblia traz um conselho da maior importância, em Hebreus 12:14: “Segui ... a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Uma exortação clara como água, impossível de ser entendida de outra forma, senão esta: sem santificação, ninguém chegará à presença de Deus, no céu! Não basta simpatizar-se com Jesus Cristo. É certo que a salvação se dá somente pela fé em Cristo, isso é repetido continuamente na Palavra de Deus. Logo, essa fé não é o que muitos imaginam. Crer em Jesus é entregar tudo a Ele, morrer para o mundo e viver somente para servi-lo. Isso, e nada menos, é cristianismo!

A conversão é, realmente, um acontecimento que se dá num momento específico. Porém, a Bíblia nos ensina uma verdade sobre os verdadeiramente convertidos. Estes irão perseverar. Aquele que em nós começou a boa obra, certamente a levará adiante até o dia em que nos encontraremos com o Senhor Jesus. Quando uma pessoa aparenta gostar da mensagem do Evangelho, declara ter aceitado a Cristo, e em seguida volta à sua velha vida de pecado, sem se importar se está agradando ou desagradando a Deus no seu dia a dia, podemos ter certeza de que não houve conversão alguma. Por conseguinte, o Senhor não realizou uma obra de salvação naquela vida. Tal pessoa ainda carece de arrependimento e do novo nascimento, do Alto, pelo poder de Deus.

Pastores, missionários, evangelistas, atentem para a lição de Hebreus 12:14! Não passem a seus ouvintes uma falsa ilusão de salvação! A porta é estreita, o caminho é apertado e a perseverança é imprescindível. Não há facilidades na vida cristã! Existe sim, um tesouro que nos aguarda, uma coroa que nos será dada na eternidade. Mas, antes disso, é preciso dizermos, como Paulo, com sinceridade de coração, “já estou crucificado com Cristo; e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim”!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Vida pela fé

"Mas o justo viverá pela sua fé" (Hc 2:4b)

Para os filhos de Deus, fé é muito mais que um sentimento ou uma crença. É um estilo de vida. Algo que nos acompanha vinte e quatro horas por dia, e dirige todos os nossos passos. É a vida que o Senhor espera de nós.

Antes da conversão, tínhamos uma fé falsa, supersticiosa. Não sabíamos o que é comunhão com Deus, o Espírito não habitava em nós. Logo, nos apegávamos somente ao que é visível e palpável. Buscávamos segurança nas coisas, ou em pessoas tão limitadas quanto nós.

Desde o dia em que nos arrependemos de nossa velha forma de vida,entregando-nos a Cristo, iluminados pelo Espírito Santo, o mesmo Espírito fez morada em nós. Como consequência, nossos sentimentos e nossa relação com Deus e com o próximo mudaram. "Assim, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2Co 5:17)!

O Senhor nos deu uma alegria e uma paz que desconhecíamos. Disse Jesus: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou" (Jo 14:27a), e "Tenho-vos dito isso, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo" (Jo 15:11). Não nos guiamos mais por vista, pois "a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11:1). Vigiamos e oramos o tempo inteiro, e nossas orações são atendidas! "E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho" (Jo 14:13).

Por isso, não fazemos coisa alguma, seja uma tarefa corriqueira no dia a dia, ou um grande projeto de vida, que não seja pela fé em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. "Tudo o que não é de fé é pecado" (Rm 14:23b). "Mas o justo viverá pela sua fé" (Hc 2:4b)!

Se alguém lê esta postagem, e insiste em manter o "governo" de sua própria vida, planejando e agindo conforme suas próprias impressões, movido por suas forças, saiba que nosso Deus propõe algo bem diferente. Tudo deve ser d'Ele, por Ele e para Ele. Uma entrega ao que tudo sabe, tudo pode, tudo governa. Uma vida pela fé!

sábado, 23 de junho de 2012

O inútil "evangelho" liberal

O vídeo a seguir, extraído da série ER, ilustra de forma brilhante a inutilidade do falso evangelho dos liberais. Um “evangelho” totalmente voltado para a vida terrena, pois os seus adeptos são incapazes de crer nas coisas espirituais. Uma falácia, que substitui a maravilhosa mensagem de Cristo por um discurso psicológico e sociológico, transbordante de questionamentos, mas inteiramente desprovido de fé.

A cena se passa num hospital. Um paciente, em estágio avançado de câncer, segura um terço na mão, mas aquele amuleto não lhe traz consolo algum. Ele trabalhava no “corredor da morte”, ou seja, aplicava injeções letais em prisioneiros condenados à pena capital. Um desses prisioneiros havia sido injustamente acusado de homicídio, e o engano somente foi provado após a sua execução. Agora, o homem que executou o prisioneiro inocente está hospitalizado, sente o terrível peso da culpa, e anseia por encontrar paz e perdão. Ele não deseja ser curado e viver, mas tão-somente ser perdoado por Deus. Mas, lamentavelmente, o paciente não encontra um homem ou mulher verdadeiramente crente, um servo ou serva do Senhor, que lhe mostre Jesus Cristo, o único capaz de dar-lhe salvação. Ao invés disso, levam até ele uma capelã liberal. E, diante do clamor desesperado daquele homem, eis o que ela lhe diz:

“Acho que pertence a cada um de nós interpretar o que Deus quer”.

Tamanha é a revolta do paciente terminal, diante da incredulidade daquela que deveria dar a ele uma esperança segura, que o paciente grita:

"Eu quero um verdadeiro pastor, que acredite em um verdadeiro Deus e um verdadeiro inferno! Eu não preciso me perguntar nada! Eu preciso de respostas! E suas perguntas e incertezas só fazem piorar as coisas! Preciso de alguém que me olhe nos olhos e me diga como achar perdão, porque eu não tenho muito tempo!”.

Por fim, o paciente expulsa a capelã. E ela vai, deixando-o sem esperança, e sem o perdão que Deus está pronto a dar, por meio de Cristo.

Os adeptos do “evangelho” liberal são capazes de oferecer ajuda material e apoio humano, mas não podem levar alguém a um encontro com o Senhor Jesus, e isso por uma razão muito simples. Liberais não creem. E, conforme a Bíblia nos ensina, “se creres, verás a glória de Deus” (João 11:40b). É por isso que os liberais não podem ver a glória do Senhor, e muito menos conduzir outras pessoas para que a vejam.

Cristo não exige virtudes extraordinárias dos que desejam conhece-Lo. Ele requer apenas quebrantamento de coração e fé. Os que leem a Bíblia com ceticismo, friamente, sujeitando a santa Palavra de Deus ao crivo da ciência e de seus próprios conhecimentos, não possuem nem uma coisa, nem outra. São arrogantes diante do texto bíblico e incrédulos. Assim são os liberais. Alguns até agem humildemente diante de outras pessoas, mas são altivos diante do Evangelho de Cristo! Enquanto mantiverem essa triste postura, viverão longe de Deus. A menos que o Espírito Santo os quebre ao meio e aniquile seu orgulho intelectual, lançando-os aos pés de Cristo, não terão esperança. E, pior, servirão apenas de tropeço aos que esperam no Senhor!



Disponível no Youtube, no endereço: http://www.youtube.com/watch?v=GdZiEU8i5q0