sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mega igrejas ou igrejas consolidadas?

O Senhor Jesus, enquanto esteve aqui na terra, viveu e pregou o Evangelho em tempo integral. Por onde ia, chamava as pessoas a se arrependerem e crerem em Sua Palavra. No entanto, a Bíblia deixa claro que Ele pouco se importava com números. Seu zelo estava em edificar uma sólida comunidade de discípulos, pessoas verdadeiramente salvas, restauradas e transformadas, aptas a irem por todo o mundo, levando a mensagem da salvação a toda criatura. Certa vez, diante de uma multidão, o SENHOR pregou de modo tão incisivo a respeito de Sua obra redentora, que os ouvintes foram se afastando, até sobrarem apenas os doze. E mesmo a estes o Mestre perguntou: “Quereis vós também retirar-vos?” (João 6:67).

O livro de Atos dos Apóstolos registra os esforços de Paulo em consolidar as igrejas que iam sendo formadas, pela graça de Deus, como frutos de sua obra missionária. Ele mesmo permaneceu em Éfeso por mais que dois anos. A outras comunidades, enviava ou recomendava obreiros santos e dotados de sólido preparo teológico, tais como Timóteo, Tito, Apolo, Priscila e Áquila. Além disso, a despeito das distâncias e dificuldades de transporte e comunicação da época, Paulo se empenhava em visitar as igrejas e escrever-lhes cartas a fim de fortalecer, edificar, exortar e corrigir os irmãos.

Do mesmo modo faziam os reformados dos tempos de Calvino e Knox, os pietistas morávios, os puritanos e os metodistas dos séculos XVIII, os pioneiros das Assembleias de Deus no início do século passado, dentre outros. A qualidade dos membros era bem mais importante que a quantidade. Cristãos protestantes, ou evangélicos, eram uma minoria, mas a sociedade que os hostilizava não tinha condições de apontar-lhes do dedo e denunciar falhas de caráter, de jeito nenhum. Ser crente era ser santo, imitador de Cristo!

Hoje, porém, os tempos são outros. O que parece importar, no meio “evangélico” contemporâneo, é “aceitar Jesus” e somar-se à massa de “evangélicos”. Pastores, bispos, “apóstolos” e demais líderes querem multidões. Templos imensos, suntuosos, repletos de pessoas, ainda que não salvas, não transformadas, não santificadas. Para segurar a membresia e atrair novos expectadores vale tudo. O altar torna-se um palco, com shows de música e dança, teatro, palestras motivacionais e comédia. Temas como a ira de Deus, o inferno, a necessidade de perseverança e santificação, aflições dos crentes e coisas semelhantes são proibidos. Pra que assustar o povo e afastá-lo da igreja? O “culto” tem que ser agradável, leve e até divertido. Os números demonstram que Deus está se agradando, certo?

Errado. O SENHOR vê além das aparências. Numa arena lotada por milhares de ouvintes, o nosso Deus sabe quais são Seus e quantos estão ali apenas ocupando lugar. “Porque bem sabia Jesus, desde o princípio quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar” (João 6:64b). “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7:22-23).

Por isso, a igreja necessita urgentemente mudar o foco. Esquecer-se das técnicas publicitárias e empresariais, arrepender-se por ter deixado os métodos de Cristo e voltar aos ensinamentos do nosso Mestre. Pregar a mensagem completa do Evangelho; que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16), sem omitir que “quem nele crê não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”(João 3:18). Assim, teremos templos mais reduzidos, comunidades menores, mas estaremos no centro da vontade do nosso SENHOR. E é isso que importa.

domingo, 11 de novembro de 2012

Promover o ecumenismo ou crer na Bíblia: qual é a sua escolha?

Alguns cristãos ditos "evangélicos" ou "protestantes" insistem em participar do movimento ecumênico, dividindo o mesmo altar (ou palco) com católicos romanos.Imaginam que isso agrada a Deus; afinal, a Palavra do SENHOR condena as divisões e apregoa a unidade. A questão é: unidade em torno de que? Alguém diria: de Jesus, é claro!

Convidamos então os crentes adeptos do ecumenismo a lerem as afirmações abaixo, todas elas extraídas de documentos oficiais da Igreja Católica Romana, conforme indicado. Doutrinas eternas daquela denominação (que, por crer na infalibilidade de seu colégio de bispos - chamado "magistério", não pode abrir mão de nenhum desses pontos, tidos como "infalíveis").

1. “Se alguém diz que o pecador é salvo pela fé somente, significando que nada mais é requerido para cooperar a fim de obter a graça da justificação, e que não é de forma alguma necessário que ele seja preparado e disposto pela ação de sua própria vontade, que seja anátema” (Concílio de Trento, Sexta Sessão, Cânone 9).

2. “A única Igreja de Cristo, como sociedade constituída e organizada no mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. Só por meio dela se pode obter toda a plenitude dos meios de salvação, pois o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança ao único colégio apostólico, cujo cabeça é Pedro” (Catecismo da Igreja Católica, Resposta nº 162).

3. “O sacrifício eucarístico é também oferecido pelos fiéis defuntos, ‘que morreram em Cristo e não estão ainda de todo purificados’, para que possam entrar na luz e na paz de Cristo” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 1371).

4. “Ensine-se aos fiéis que os veneráveis corpos dos santos Mártires e dos outros que vivem em Cristo devem ser venerados” (Concílio de Trento, 25ª Sessão, Decreto 985).

5. “Quanto às imagens de Cristo, da Santíssima Virgem e de outros Santos, se devem ter e conservar especialmente nos templos e se lhes deve tributar a devida honra e veneração” (Concílio de Trento, 25ª Sessão, Decreto 986).

6. “’a piedade da Igreja para com a santíssima Virgem pertence à própria natureza do culto cristão’(539). A santíssima Virgem ‘é com razão venerada pela Igreja com um culto especial. E, na verdade, a santíssima Virgem é, desde os tempos mais antigos, honrada com o título de ‘Mãe de Deus’, e sob a sua proteção se acolhem os fiéis implorando-a em todos os perigos e necessidades [...].” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 971).

7. “A Igreja chama Purgatório a esta purificação final dos eleitos, que é absolutamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativamente ao Purgatório sobretudo nos concílios de Florença e de Trento.” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 1031).

8. “Esta doutrina apoia-se também na prática da oração pelos defuntos, de que já fala a Sagrada Escritura: ‘Por isso, [Judas Macabeu] pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres das suas faltas’ (2 Mac 12, 46). Desde os primeiros tempos, a Igreja honrou a memória dos defuntos, oferecendo sufrágios em seu favor, particularmente o Sacrifício eucarístico para que, purificados, possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também a esmola, as indulgências e as obras de penitência a favor dos defuntos.” (Catecismo da Igreja Católica, Art. 1032).

E então, crente em Jesus Cristo, qual é a sua escolha: promover o ecumenismo ou crer na Bíblia, que apregoa verdades absolutamente incompatíveis com todos esses (e outros) pontos da doutrina romana, como você bem sabe?


Disponível no Youtube, postado por coutodi

sábado, 3 de novembro de 2012

Uma afirmação categórica!

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6)

Dentre todas as afirmações de Jesus a respeito de Sua própria Pessoa, esta é a mais contundente. É clara como água, não deixa espaço para qualquer interpretação alternativa. Por ela, Cristo declarou-Se como exclusivo Mediador, Justificador, Redentor e Salvador dos que um dia estarão no céu, contemplando a Deus!

Todos os que rejeitam a fé baseada somente na Bíblia esquivam-se desta afirmação. Católicos Romanos simplesmente não podem conciliar esse versículo com sua fé na mediação de santos falecidos, ou com o "quinto dogma mariano", o qual diz que Maria é corredentora. Espíritas são incapazes de defender sua crença na reencarnação diante dessas palavras de Jesus. Liberais precisam negar a veracidade dessa declaração se quiserem manter sua postura universalista (segundo a qual todo ser humano, independente do que crê, será salvo). Não, não há como driblar ou mudar o significado do que o Senhor Jesus disse: somente os que O recebem como único e suficiente Salvador verão a Deus! Buda, papa, Maomé, Alan Kardec, santos católicos, entidades do candomblé e todos os outros não podem substituir, nem mesmo acrescentar algo à bendita Pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo!

Alguém não gosta de Lutero, Calvino, John Knox, Spurgeon, David Martin Lloyd Jones ou MacArthur? Tudo bem. Mas diante de Cristo toda boca se cale. Toda doutrina extrabíblica se desfaça. Qualquer tentativa de glorificação humana caia. E cada religião construída por homens, ou fundada em homens, pereça. Jesus Cristo é o SENHOR, o Filho de Deus Pai, o único digno de que nos prostremos diante d'Ele, em reverente adoração!

Você que lê esta postagem, saiba: um dia, seus joelhos irão se dobrar e sua língua confessará esta verdade absoluta e incontestável. Ou hoje, aqui na terra, como fazem os eleitos de Deus, de boa vontade e com grande alegria, ou no dia em que você estiver diante de Cristo, o reto Juiz!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Os filhos de crentes e a salvação

"Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18:4).

Se há uma coisa que alegra o nosso coração é ver uma família inteira presente nos cultos. Pai, mãe e filhos juntos, cultuando ao SENHOR, no meio do povo de Deus; que bênção! Porém, essa realidade visível pode esconder um grande perigo, sobre o qual o versículo acima vem nos alertar.

O fato é que pais não salvam filhos, maridos não salvam esposas, mulheres não salvam esposos. “A alma que pecar, essa morrerá”, diz a Palavra de Deus. É certo que todos pecamos, e por nossos próprios méritos seria impossível nos salvarmos. Mas Jesus desceu de Sua glória, veio ao mundo e, tomando sobre Si a nossa culpa, morreu numa cruz para que tivéssemos vida eterna. Sua morte e ressurreição trouxe salvação a nós, que n’Ele cremos e confiamos, reconhecendo-O como nosso Senhor e Salvador. Aos que não se submetem ao senhorio de Cristo – e, portanto, não creem – não há justificação, nem perdão de pecados, nem salvação. A estes são dirigidas as palavras: “a alma que pecar, essa morrerá”!

Há famílias que marcam presença nas reuniões da Igreja. No entanto, longe dos olhos do povo de Deus, aquela aparente união em fé simplesmente não existe. Enquanto os pais vivem de modo digno de sua vocação, confiando em Jesus diariamente, seus filhos se juntam aos incrédulos, igualando-se a estes. São jovens e adolescentes que amam o mundo, almejando tão somente a satisfação dos prazeres da carne. Escondidos de seus pais crentes, rapazes e moças escarnecem de seu próximo, contam piadas sórdidas, assistem pornografia na internet, embriagam-se, “ficam” com qualquer um, dentre outras atitudes ainda mais graves. E com isso mancham não apenas sua própria reputação, mas a de sua denominação, dos crentes em geral, e o que é pior, insultam o bendito Nome de Jesus! Fazem isso sem nenhum temor, achando tudo “normal”, como acham os descrentes!

Hoje a Palavra de Deus é direcionada a você, jovem, filho de crentes, que age como crente diante da Igreja, mas na companhia de seus amigos e colegas torna-se outra pessoa. Você, que talvez até já tenha se batizado, e deposita sua confiança em seu batismo e no fato de ter nascido num lar evangélico e frequentar uma reunião de culto por semana. Saiba que seus pais são salvos, mas você não é. Cristo não aceita sua entrega parcial, de dar a Ele apenas uma hora e meia da semana. O Rei dos reis não quer as migalhas que você Lhe tem oferecido! Leia João 3:3: se você não nascer de novo, jamais verá o Reino de Deus!

Você,pode alegar: “eu creio em Jesus, e todos que n’Ele creem são salvos”. Mas a verdade é que você não crê. A maior prova disso é a completa ausência de arrependimento de pecados em sua vida. Todo ser humano peca, mas o crente se entristece por seus erros, por causa do Espírito Santo que nele habita, e se arrepende. O incrédulo peca e acha que está tudo bem! Não há salvação sem antes a pessoa experimentar uma grande tristeza por seus pecados e arrepender-se deles. Só então ela entenderá que está separada de Deus e precisa desesperadamente de um Salvador. Então, clamará ao SENHOR, será salva e passará a viver em contínuo processo de santidade, sempre voltando a se arrepender toda vez que falhar. Diga sinceramente, você já teve essa experiência?

A Bíblia nos diz, em João 3:17, que Jesus veio ao mundo, não para condená-lo, mas para que o mundo (a saber, o pecador) fosse salvo por Ele. Perceba, meu querido, todos os filhos de Deus, que irão morar no céu com o SENHOR, um dia vivenciaram uma genuína conversão. Este é o maior de todos os milagres, o de alguém morto espiritualmente ganhar nova vida, sendo transportado do reino das trevas para o Reino de Cristo! Seus pais, mesmo sendo falhos e sujeitos a fraquezas, já receberam a maravilhosa graça da salvação conquistada por Jesus Cristo. Quem sabe, hoje é o seu dia?


Vídeo disponível no Youtube, enviado por euzecarlos

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Convertei-vos!

"Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos" (Ez 33:11)

A conversão é uma absoluta necessidade na vida de cada indivíduo. Uma das mentiras mais tristes apregoadas nas denominações liberais é a negação dessa doutrina que se faz presente em toda a Bíblia. Todos nós nascemos em pecado, e não somente isso, mas também vivemos longe de Deus e em rebelião contra Ele. Temos uma natureza ímpia, somos incapazes de fazer o bem. Somente através de Jesus é possível nossa reconciliação com Deus, o Pai. Pela fé em Cristo somos justificados de nossos pecados e obtemos a salvação. Mas essa fé pressupõe arrependimento, e é nesse ponto que muitos tem falhado.

Arrependimento é enxergar os próprios pecados, sentir profunda tristeza por eles e lamentá-los sinceramente. Odiar suas próprias misérias, por compreender seu caráter perverso. Quantos tem feito isso hoje em dia? Mentiras, comportamento desonesto, sexualidade egoísta e ilícita (que significa usar um ser humano como coisa, sem se comprometer com ele ou ela, descartando-o/a quanto dele ou dela se cansar), desrespeito aos pais, fraudes, atitudes violentas, embriaguez, etc, etc e etc, são tidas como "normais" numa sociedade de consciência pra lá de relaxada. Cada homem e cada mulher segue o curso de sua vida, deixando um rastro de estragos e sofrimentos na vida de seus semelhantes, e insultando seu Criador, que é santo, absolutamente santo, e por isso não pode contemplar o mal!

Sem arrependimento não há nenhuma possibilidade de salvação. O arrependimento vem antes do ato de entregar a vida ao Senhor Jesus. Quem pensa ser cristão e nunca se arrependeu profunda e sinceramente de seus pecados, ou sequer tem consciência do caráter vil de sua própria pecaminosidade, na verdade não é de Cristo e caminha para a perdição eterna.

Convertidos são os que um dia se arrependeram de seus pecados, nasceram de novo, do Alto, pelo poder do Espírito Santo. Mas não apenas isso. Convertidos são aqueles que vivem uma vida de santidade. Tendo abandonado seus maus caminhos, perseveram com o SENHOR. "Não pode a árvore boa dar maus frutos" (Mateus 7:18a). Se alguém imagina ser convertido, mas vive de modo idêntico aos ímpios, com os mesmos vícios, na verdade nunca se converteu.

Que o ímpio se arrependa e deixe seus maus caminhos hoje! Ninguém sabe quando será chamado a prestar contas ao SENHOR; este é o dia para arrependimento! Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os perdidos, pagando por isso o mais alto preço, de fazer-Se pecado por nós, o Justo pelos injustos, suportando sobre Si a ira de Deus contra toda iniquidade. Ele é a nossa vida eterna! Pecador, agarre-se ao Salvador HOJE e viva!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Cadê os cânticos que falam do céu?

Um dos sinais visíveis de decadência do louvor cristão contemporâneo é o fato de que não se compõem mais cânticos falando do céu. Canta-se sobre o amor de Deus, intimidade com o SENHOR, bênçãos, vitória, livramentos, perdão, e tantos outros assuntos que, de fato, se relacionam com o Evangelho de Cristo. Mas a perspectiva é sempre esta vida, o momento presente, e nunca o porvir. Parece até que o Filho de Deus veio ao mundo somente para nos proporcionar uma vida melhor aqui, na terra!

Outrora não era assim. Se tomarmos como exemplo o Cantor Cristão, hinário oficial das Igrejas Batistas (hoje relegado a um segundo plano em quase todas elas), veremos diversos louvores falando do céu. “Jesus sendo meu, sou muito feliz! Eu vou para o céu, meu lindo país!”; “Oh, que gozo será o seu rosto mirar, E, prostrado aos seus pés, O adorar! Na cidade celeste de Cristo, meu Rei, A coroa da vida terei”; “Brilho celeste! Brilho celeste! Enche a minh'alma a glória de Deus! Com aleluias sigo cantando, Canto louvores indo pra os céus!”; “Eu avisto uma terra feliz, Onde irei para sempre morar! Há mansões nesse lindo país, Que Jesus foi pra nós preparar!”; “Quem é que vai com Jesus estar, Lá no céu? Lá no céu?”; “Plena paz gozo eu! Plena paz gozo eu! E, seguindo a meu Jesus, Vou andando para o céu”; “Assim que o seu clarim soar, Irei com Ele me encontrar! E gozarei da redenção, Com todos que no céu estão!”; “Tantos remidos vejo nos céus, Tendo coroas, ricos troféus! Salvos, mercê de Cristo, já estão! Sempre felizes eles serão!”. E, como estas, tantas outras lembram nosso futuro e eterno lar.

Por isso, é importante pensarmos o seguinte: por que motivo buscamos a Deus, através de Jesus Cristo? Se queremos Suas bênçãos, Sua presença, Seu poder manifestado em nosso dia a dia, podemos estar certos de que Ele nos prometeu tudo isso (embora não de uma forma fácil e mecânica, como apregoa a malfadada “teologia da prosperidade”). Mas existe algo muitíssimo maior, além desta vida passageira. Há um tesouro eterno, imperecível, reservado para os filhos de Deus. A Bíblia nos chama a buscarmos a glória eterna, vivendo aqui como peregrinos e forasteiros (1Pedro 2:11; Hebreus 11:13). Que almejemos esse glorioso porvir, e voltemos a cantar hinos sobre a nossa pátria celeste! Ministrantes de louvor, pensem nisso!

Abaixo, publicamos uma bela exceção a essa regra. Um genuíno louvor cristão contemporâneo, na voz de Lília Paz: “Um lindo lugar”.


Disponível no Youtube, enviado por Patmos Music

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente!

Estas palavras, contidas em Jeremias 48:10, são parte do texto referente a uma profecia contra Moabe, mas servem também como um grave alerta a todos que trabalham na obra do SENHOR, independente do cargo que ocupam (pastores, missionários, diáconos, presbíteros, ministrantes de louvor, recepcionistas, professores de escola bíblica dominical, líderes de ministérios ou de pequenos grupos, intercessores, etc, etc e etc). É pela boca do Deus vivo que todos estes estão sendo exortados, sob pena de maldição!

Infelizmente, sobram exemplos de pessoas fazendo a obra do SENHOR relaxadamente. Pregadores que sobem ao púlpito sem ter sequer uma mensagem, ou que substituem o preparo bíblico por técnicas motivacionais. Ministrantes de louvor tocando ou cantando de má vontade quando o público é pequeno. Recepcionistas que trazem seus problemas pessoais para o templo, recebendo mal os participantes do culto. Professores de EBD ministrando lições sem tê-las estudado com antecedência. Presbíteros cujo critério para tomada de decisões parece ser a simpatia ou antipatia que nutrem pelas pessoas envolvidas. De modo semelhante, tantos outros fazem a obra negligentemente, sem temor algum.

O livro de Levítico nos conta, nos dois primeiros versículos do capítulo 10, o fim de Nadabe e Abiú, filhos de Arão. Eles cometeram esse pecado, apresentando fogo estranho perante a face do SENHOR, e por causa disso foram consumidos. Todos conhecem essa história, mas poucos ainda têm sido impactados ao lê-la. O fato é que Deus não muda; por isso, a indignação que Lhe causou a atitude daqueles dois sacerdotes é a mesma que Ele sente hoje, vendo a preguiça dos obreiros no presente século.

Em Seus ensinamentos, Jesus nos alertou reiteradamente sobre esse mesmo assunto. Que o servo mau, o qual maltrata seus conservos, será pego de surpresa no retorno do seu Senhor (Mateus 24:45-51). O servo preguiçoso, por enterrar o talento que lhe fora confiado, será lançado fora (Mateus 25:14-30). O que não der fruto será cortado (João 15:1-2). E o que pratica a iniquidade, mesmo operando muitos sinais e prodígios, perecerá (Mateus 7:22-23).

Que cada obreiro considere essas lições. Fazer a obra do SENHOR é o maior de todos os privilégios, mas requer zelo. Oração intensa, sobretudo antes da realização de um serviço específico; leitura bíblica constante; humildade; humilhação diante do Todo-Poderoso; santificação pessoal; vigilância, a fim de não se deixar seduzir pelos prazeres da carne; amor aos perdidos; profundo amor pelos irmãos; disposição de glorificar a Deus em tudo. Essas práticas não são opcionais, mas indispensáveis no serviço do Mestre. Pois Ele é, sim, bondoso, misericordioso e longânimo; mas também é fogo consumidor!

Imagem disponível em: www.comentariojovem.com.br